por evandro pontes
A dupla Maia e Dória acaba de dobrar a meta e fazer um all-in na aposta da crise. Em jogada arriscadíssima, Dória engrossou o confinamento e esticou seu prazo, sem qualquer comprovação científica (que eles gostam tanto…) de sua necessidade.

É simplesmente uma medida em que o governador aumenta ao máximo o fogo embaixo de uma panela de pressão que já está apitando há duas semanas, beirando claramente o raciocínio político dílmico que vem o caracterizando.

Dos 8 meses de vida aos 88 anos de idade, a grande massa da população de São Paulo já começa a notar, com estranheza, na insistência de uma medida tão radical e violenta contra a liberdade pessoal, de trabalho, de iniciativa, de expressão, de pensamento, de ir e vir e de se manifestar.

A cada dia que passa São Paulo combina uma explosão de casos de contaminação por vírus chinês com absurda restrição constitucional a uma lista de liberdades básicas contra um povo que não deu causa ao sofrimento que vem saboreando.

Ficam nítidas as possíveis consequências, que certamente serão agravadas por onda avassaladora de crise econômica que está sendo gestada a partir do Palácio dos Bandeirantes, responsável direto por uma parte sensível do PIB brasileiro.

A chamada “locomotiva do Brasil” está parada por ordem exclusiva de seu maquinista.

Ele não conta com o respaldo da ALESP, não conta com uma decisão favorável do Tribunal de Justiça do seu estado, nenhuma medida judicial diretamente proposta pelo Ministério Público para lhe dar retaguarda – nada!

Ele vai fazendo tudo sozinho, na base dos “decretos”. O STF lhe deu corda para se enforcar e, de bom grado, Dória aceitou: ao fim dessa crise toda a responsabilidade sobre ela lhe abaterá sobre os magros e delicados ombros.

Aposto: Dória não suportará a pressão.

Faz tudo sozinho e em articulação espúria de bastidores com Maia, o “bobo da corte” do Congresso, mete deliberadamente o seu estado e, por tabela, o país inteiro, em uma crise absurda.

E por falar em Maia, seu discurso feroz contra Bolsonaro, suas articulações e “diálogos cabulosos” têm sido todos no sentido de sabotar, em plena luz do dia e no orvalho da noite, não o governo Bolsonaro, mas o próprio Brasil.

Maia mantém postura nociva, antipatriótica e de constante ataque à Nação. Os exemplos são abundantes e ao dar as mãos a Dória, a dupla insere o Brasil em um momento histórico decisivo: ao tentar manter o povo acuado e começando pelo Estado de São Paulo, fazem um all-in muito perigoso que ficou evidente quando Maia passou a atacar até a figura do irretocável Ministro Guedes.

Os ânimos estão no limite, o apoio a Bolsonaro vem crescendo e as linhas de sustentação do governo vão se reorganizando.

Bolsonaro precisa voltar novamente para cadeia nacional de rádio e TV para mostrar ao povo que, de dentro para fora, a dupla Dória e Maia, que vem dobrando a aposta com base em falsas premissas vai, a cada dia que passa se mostrando mais ao lado da China, da Venezuela, da Alemanha e da Turquia do que dos EUA, da Itália, da Índia, de Israel, do Japão e, obviamente, do Brasil.


 

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