por paulo eneas
Em sua entrevista concedida nesta domingo ao jornalista Oswaldo Eustáquio, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, foi enfático em um trecho de sua fala, ao dizer o que as pessoas de bem devem fazer diante da ameaça golpista levada a cabo por Rodrigo Maia, a diminuta figura política que usurpa a presidência da Câmara dos Deputados do Brasil. Roberto Jefferson afirmou:

“E se for tentada de verdade esta violência [o impeachment de Bolsonaro] a gente vai ter que tirar a ferrugem do cano de nossos revólveres e lutar pelo Estado e lutar pela democracia. Nós estamos vivendo há anos e anos no Brasil uma tentativa de nos comunizar, [estão] destruindo a célula mais sólida da construção do estado, que é a família.

É na Globo de braços dados com o gramscianismo tentando apassivar [feminizar] os homens, virilizar as mulheres, tentando erotizar as crianças, tentando destruir as famílias para que o comunismo grasse, em um mundo onde as pessoas não reajam. Em um mundo sem fé, sem Deus, sem família (…)

Se tentarem, e vamos voltar a falar aqui na sua live, vamos pra rua, tirar o revólver da gaveta, limpar o cano, tirar a ferrugem, e somar forças ao lado dos homens que creem em Deus, na justiça, na ordem, na família, na lei, que creem na liberdade e na justiça.

Roberto Jefferson foi enfático em dizer que ação planejada por Rodrigo Maia inclui uma alteração na Constituição Federal, por meio da PEC 101, para permitir a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado Federal, o que daria a Rodrigo Maia a possibilidade de tornar-se um presidente perpétuo do legislativo.

Durante a entrevista, Roberto Jefferson fez também a denúncia de que Rodrigo Maia teria solicitado ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a elaboração de um pedido de impeachment do Presidente Bolsonaro.

Se confirmada esta denúncia, Rodrigo Maia precisa ficar impedido de apreciar este e qualquer outro pedido de impeachment contra o chefe do executivo, uma vez que o chileno que usurpa a chefia do Poder Legislativo Brasileiro mostra-se parte interessada e ilegítima no afastamento da chefe da Nação legitimamente eleito.


 

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