por paulo eneas
A esquerda brasileira e internacional milita a favor do vírus chinês, uma vez que interessa à escória de comunistas e globalistas de todo o mundo que a epidemia prossiga por tempo indeterminado, para que assim possam ser implementados projetos de controle social e econômico da população, com cerceamento de liberdades individuais incluindo a liberdade de expressão e de manifestação.

Esse projeto manifestamente de esquerda e abraçado há décadas pelos globalistas encontrou na epidemia do vírus chinês a oportunidade para sua implementação, tendo como pano de fundo o medo e o pânico incutido na população por meio da grande imprensa ocidental.

A mesma grande imprensa que trata a epidemia do vírus chinês como sendo um evento apocalíptico, ignorando o fato que anualmente ocorrem surtos epidêmicos que causam mais mortes do que as que serão causadas por este vírus. O alvo preferencial desta guerra empreendida por globalistas e comunistas tem sido as democracias liberais, especialmente os Estados Unidos e Brasil, cujos governantes são francamente conservadores de direita anti-comunistas e anti-globalistas.

Os governantes destes dois países foram os primeiros a falar da possibilidade de tratamento precoce da doença causada pelo vírus chinês por meio do uso da cloroquina. Tanto o Presidente Bolsonaro quanto o chefe de governo norte-americano Donald Trump passaram a sofrer ataque violentos por parte da grande imprensa tão logo anunciaram o apoio a pesquisas com o medicamento já conhecido pelo seu uso contra malária.

A possibilidade de tratamento precoce da doença, com a redução substantiva do número de óbitos bem como alívio na anunciada pressão sobre o sistema de saúde, causa pavor aos agentes políticos que instrumentalizaram a epidemia para seus projetos de poder.

Não está no horizonte destes agentes a possibilidade de cura imediata ou de redução do pânico e temor em torno da doença. Pois uma vez dissipado o pânico, cai por terra a narrativa terrorista em cima da qual tem sido criado o ambiente psicossocial que tem “justificado” as ações arbitrárias de cerceamento de direitos e de estrangulamento da economia.

É sobre este pano de fundo que a esquerda e os globalistas, tendo a grande imprensa a seu serviço, tem atuado como verdadeiros torcedores do vírus chinês.

E foi nesse papel de torcedor pró-vírus que o PT entrou esta semana no STF com um pedido estapafúrdio para proibir o presidente Bolsonaro e demais integrantes do governo federal de fazer qualquer menção à cloroquina ou algum outro medicamento que ainda não tenha comprovação científica de sua eficácia para o tratamento da doença do vírus chinês.

Cumpre observar que o rigor científico exigido pela esquerda e globalistas em relação a possíveis tratamentos precoces não é exigido em relação às quarentenas e isolamento social, cuja eficácia científica nunca foi comprovada. Pelo contrários, abundam evidências no decorrer desta própria epidemia de que medidas de isolamento e quarentena têm zero eficácia para impedir a propagação do vírus.

Mas essas evidências são solenemente ignoradas, pois a verdadeira questão não é o rigor científico ou a falta dele. A verdadeira questão para a esquerda e os globalistas é a necessidade de manter o pânico e o temor da população, ainda que às custas de mais mortes.

A verdadeira questão é não permitir que nada venha obstaculizar a narrativa que vem sendo criada em torno da epidemia, para o que o controle social tão almejado pela esquerda e pelos globalistas avance e consolide-se em meio a um ambiente psicossocial de temor e de desesperança. É nisso que a escória petista também aposta.