por paulo eneas
Enquanto o país inteiro e o governo federal e a própria imprensa independente ocupam-se integralmente do problema da epidemia do vírus chinês e seus desdobramentos na saúde pública e na economia, a atriz global Regina Duarte prossegue em sua missão de transformar a Secretaria Especial de Cultura em um enclave esquerdista tucano-psolista no interior do Governo Bolsonaro.

O mais recente passo na direção do completo aparelhamento ideológico esquerdista da pasta da cultura empreendido com afinco por Regina Duarte foi a nomeação de Aquiles Brayner,  militante LGBT e admirador confesso de Jean Wyllys, para o cargo de diretor de Departamento do Livro, Literatura e Biblioteca da Secretaria da Economia Criativa, órgão que faz parte a estrutura da Secretaria Especial de Cultura.

A nomeação do ativista LGBT Aquiles Brayner foi publicada no Diário Oficial da União no dia 17 de abril deste ano. Curiosamente, o mais recente esquerdista nomeado para a secretaria tem como companheiro afetivo um certo Cristian Santos, que ocupou o mesmo cargo no ano de 2017. Aquiles Brayner apresenta-se também como curador digital da British Library conforme nota publicada por Ancelmo Goes em 2017, reproduzida abaixo.


Por sua vez, o ativista LGBT Cristian Santos, que também apresenta-se como Cristian Brayner, é autor de um projeto chamado Biblioteca da Diversidade. Lançada em 2016, a biblioteca teria como objetivo especializar-se em produtos e serviços de informação sobre o que o autor chama de “gênero e orientação sexual”.

No folheto digital em que apresenta seu projeto, Cristian Brayner usa e abusa da retórica oca e falaciosa do ativismo gayzista, empregando a problematização pseudo-erudita por meio de conceitos como “subjetividade da masculinidade” e outras platitudes semelhantes para, ao fim e ao cabo, justificar sua intenção de levantar a quantia e R$ 1 milhão para a criação da tal biblioteca. O folheto pode ser visto abaixo:


Cabe questionar se o conceito de biblioteca de “diversidade” de Cristian Brayner será trazido para o departamento do Livro, Literatura e Biblioteca da Secretaria de Cultura, que agora passa a ser chefiada por seu companheiro Aquiles Brayner.

A nomeação de Aquiles Brayner para a Secretaria de Cultura constitui-se em mais um episódio da sequência de traições de Regina Duarte. A atriz global foi nomeada para a pasta da Cultura pelo Presidente Bolsonaro com o compromisso de seguir as diretrizes do programa de governo para a pasta, e nem poderia ser diferente. Programa este que foi aprovado por quase sessenta milhões de brasileiros nas urnas.

Mas o que estamos observando desde quando assumiu a pasta, é que Regina Duarte na prática entregou a área da cultura do Governo Bolsonaro para os tucanos paulistas e para os psolistas cariocas, o que constitui uma traição não apenas ao Presidente Bolsonaro mas à maioria do povo brasileiro que o elegeu.

Regina Duarte precisa ser exonerada da Secretaria de Cultura o quanto antes, por conta de sua flagrante falta de compromisso com as diretrizes do Governo Bolsonaro. Ela precisa ser exonerada para que a pasta da cultura deixe de ser um enclave esquerdista tucano-petista encrustado no governo federal e volte a ser um órgão alinhado com o programa de governo aprovado pela maioria dos brasileiros.

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