O primeiro-ministro da India, Narendra Modi realizou uma reunião na segunda-feira (27/04) com o chefe do Conselho Indiano de Pesquisa Médica e cancelou pedidos de cerca de meio milhão de kits de testes rápidos do vírus chinês, após constatar que os kits do regime comunista chinês estavam com defeito e apresentando resultados imprecisos.

Os kits de testes rápidos foram importados de duas empresas chinesas, e já estavam em uso em vários estados da Índia. Eles devem detectar anticorpos no sangue de pessoas que podem ter tido a infecção em cerca de 30 minutos.

Posteriormente, os estados começaram a reclamar que os kits tinham uma taxa de precisão muita baixa, de apenas 5%, acrescentando que haviam usado os kits em pacientes que eles já sabiam ser positivos, mas os testes mostraram um resultado negativo para anticorpos.

Vários países já divulgaram problemas com os kits de testes rápidos do vírus chinês, e equipamentos de proteção individual vindos da China. Os problemas variam de kits de teste contaminados com o coronavírus a roupas médicas contaminadas por insetos. Porém, as autoridades chinesas.

No entanto, as autoridades chinesas se recusam a assumir a responsabilidade pelos equipamentos defeituosos, além de culpar os países que compraram o material. Eles também pediram às nações do mundo que parem de politizar o problema.

*Com informações de https://economictimes.indiatimes.com e www.gatestoneinstitute.org

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