Clamor de Cientistas e Acadêmicos Brasileiros ao Presidente Jair Messias Bolsonaro

Prezado Presidente,

É chegada a hora da HIDROXICLOROQUINA!

Errar é humano, Sr. Presidente, mas persistir no erro é falta de sabedoria. 

Há três semanas escrevemos uma carta ao ex-ministro da Saúde, Dr. Mandetta, sobre os estudos, bastante robustos, e nossa posição favorável ao uso PRECOCE da HIDROXICLOROQUINA (HCQ) para os pacientes de COVID-19. Infelizmente, o ex-ministro hesitou, nada fez, e vidas podem ter sido perdidas.

Um novo ministro, Dr. Nelson Teich, assumiu e estávamos otimistas, mas hoje estamos perplexos, porque ele também hesita. Ele diz “ainda não”, e espera mais estudos, alguns que testam a droga na fase mais avançada da doença, onde sabemos ela pouco ajuda e menciona estudos anteriores com doses incorretas.

João 8:32 é, Sr. Presidente, o seu lema: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Hoje, Sr. Presidente, conhecemos ainda melhor a verdade sobre a HCQ. E essa verdade nos deixa livres de receios ou de medos de efeitos colaterais, e permite que digamos com mais determinação ainda que é hora de agir, e rápido!

Nestas últimas três semanas, a verdade sobre a eficácia da HCQ ficou ainda mais clara: o estudo da Prevent Senior (não publicado ainda) se soma agora ao do francês Dr. Didier Raoult com 1061 pacientes, que acaba de ser publicado (no prelo) em uma revista médica internacional. Os resultados são inquestionáveis!

A droga funciona! Quando a HCQ É ADMINISTRADA NA DOSAGEM CERTA, E NA HORA CERTA, PRECOCEMENTE, SALVA VIDAS, E MUITAS! Se salvasse somente uma, já valeria a pena, Sr. Presidente, pois a Palavra é clara em nos mostrar que “uma vida vale mais do que o mundo todo”. Mas a HCQ salvou, salva e salvará muitas vidas!

E mais: a Costa Rica utiliza a HCQ, até preventivamente, com excelentes resultados, até hoje com somente 6 mortes. Portugal usa a HCQ desde o início da pandemia, precocemente. A Itália, ainda que tardiamente, não persistiu no erro e começa a usar a HCQ, também precocemente. A Índia, a Turquia e o Senegal também a usam, com taxas de letalidade para casos reportados bem menores, abaixo de 1%.

A Argélia passou recentemente a usar a HCQ, e houve uma queda acentuada de mortes. Em suma, todos os países que estão usando HCQ estão com mortalidade reduzida e muito menor que as nações que não estão usando. Há o caso da Algéria que conseguiu reduzir de forma significativa a mortalidade que se encontrava muito alta, ao passar a usar a HCQ em Abril.

E mais: a droga é barata, sem patente e é fabricada por laboratórios no Brasil e pelo Exército Brasileiro. Será que estão menosprezando a HCQ só para gastar fortunas com outras drogas mais caras, como o favipiravir e o rendesivir ou alguma outra, igualmente caríssima, como alertou recentemente o virologista brasileiro Dr. Paolo Zanotto (pesquisador da Universidade de São Paulo com 7 mil citações) em seu manifesto “Clamor de um Cientista Brasileiro”?

Sr. Presidente, falo em nome de um grupo de centenas de acadêmicos brasileiros, os Docentes pela Liberdade, alguns deles subscrevem essa carta, muitos mais o fariam se tempo maior tivéssemos, mas o vírus não espera, e temos entre nós muitos médicos que estão nas trincheiras do campo de batalha. Se é ciência que querem, somos ciência com conhecimento teórico e prático do combate, em número e qualidade! E não hesitamos em afirmar:

HIDROXICLOROQUINA JÁ, E PRECOCEMENTE, POIS É URGENTE!
Por que não, Sr. Presidente? Por que não? Essa é a pergunta que muitos pelo Brasil fazem, que não quer calar. Se não agirmos, essa pergunta terá, um dia, que ser respondida. Nos nossos tribunais, ou no tribunal divino!

Sr. Presidente, aos temorosos, a história reserva o ostracismo. Aos valentes, a honra! Pois é bíblico: “a quem honra, honra!” Ontem circulou um vídeo, emblemático. Em uma rua da Versailles, na França, um novo herói francês foi aclamado. Os franceses bradaram:

Bravo, Bravo, Bravo! “Merci beaucoup” Didie Raoult, que Deus te recompense pelas vidas que salvou, que tem salvo!

Sr. Presidente, milhões de brasileiros esperam sua decisão. Oriente quem sob sua autoridade trabalha, arregimente médicos de coragem, drible com sua maestria os impedimentos, monte centros de distribuição, enfim, faça o que for possível.

Presidente, uma sugestão: Inicie pelos estados do Amazonas, Pará e Ceará, onde a situação é mais crítica. Há HCQ suficiente para eles, e o Conselho Regional de Medicina do Amazonas e a Secretaria de Saúde do Pará já recomendam o uso precoce de HCQ. Falta o respaldo jurídico do MS e o envio da droga. Funcionando lá, e funcionará, expanda para salvar vidas pelo Brasil todo!

Deus lhe deu uma missão, Sr. Presidente, e estará contigo; Ele e o povo Brasileiro. Que sua ação e orientação e a HIDROXICLOROQUINA salvem muitas vidas! Essa é a nossa esperança, e a Deus, acima de tudo e de todos, a nossa oração!

Marcos Eberlin
([email protected])

Marcos N. Eberlin, Univ. Presbiteriana Mackenzie, 24,9 mil citações

Rodrigo De Lamare, PUC-RJ, 11,3 mil citações

Carlos Adriano Ferraz, UFPel, 8,7 mil citações

Marcelo Hermes-Lima, UnB, 6,3 mil citações

Amilcar Baiardi, Univ. Católica de Salvador, 2,4 mil citações

Rui Seabra Ferreira Junior, UNESP, 1,3 mil citações

Ronaldo Angelini, UFRN, 660 citações

Leonardo Vizeu Figueiredo, UFF, 280 citações

Carlos Prudêncio, Instituto Adolfo Lutz, 220 citações

Laércio Fidelis Dias, UNESP, 120 citações

Luis I.B. Kanzaki, virologista, UnB

Rogério Panhoca, médico, CRM 61.547 SP

Luciano Azevedo, médico, CRM 104.119 SP

Os pesquisadores que assinam a carta somam mais de 50 mil citações.


Figura 1. os países que usam HCQ estão abaixo de 1 na escala de log mortes / milhão. A exceção aqui é a Alemanha, Cingapura e Coréia do Sul, com medidas robustas de NPI. O tratamento antiviral precoce é uma “segunda chance” para os países que não implementaram as medidas do NPI com antecedência suficiente, mas desejam parar a morte.  Fonte: Our World in Data.


Figura 2.  Os países com “case fatality rate: (CFR)  menor que 4% estão usando HCQ.  Notar que a Argélia conseguiu uma redução significativa após a introdução do uso da HCQ em Abril. Fonte: Our World in Data.

Referência: Science Direct