por paulo eneas
Nelson Teich pediu demissão na manhã desta sexta-feira (15/05) do cargo de Ministro da Saúde, e o pedido foi aceito pelo Presidente Bolsonaro. A saída de Teich já era esperada e desejada nos últimos dias em vista de seu visível despreparo como gestor de saúde pública, além da falta de alinhamento com as determinações do Presidente da República. O Crítica Nacional já vinha defendendo há dias que Nelson Teich pedisse demissão.

A saída do ministro abre a janela de oportunidade para o Presidente Bolsonaro implementar o que nunca existiu no Brasil desde o início da epidemia: uma estratégia nacional para  combater o coronavírus. Esta estratégia precisa ser ancorada em quatro pontos:

1) Foco no tratamento precoce da covid, por meio do uso em larga escala da hidroxicloroquina e medicamentos associados, inclusive de maneira preventiva. O tratamento precoce salva vidas e reduz a pressão sobre o sistema de saúde.

2) Rechaço a qualquer medida de isolamento social, confinamento e muito menos às propostas de lockdown que, conforme verbalizado pelo Presidente Bolsonaro, representaria o caos social e econômico. Com base na experiência de vários países e com base no que a ciência da epidemiologia já conhece, resta evidente que medidas desta natureza são inócuas para fazer frente à epidemia.

3) Emprego dos efetivos das Forças Armadas para assegurar o atendimento à população em postos de campanha para diagnóstico, testagem e distribuição da hidroxicloroquina e medicamentos associados.

4) Definição imediata, nas próximas horas, de protocolos de segurança para a retomada segura das atividades econômicas. Esses protocolos precisam ser adotados em escala nacional e a área jurídica do Governo Federal deve concentrar todos os esforços para que os governadores cumpram estas determinações, conforme estabelecido pela Lei 13.979, a Lei do Coronavírus.

O Brasil e todo o Ocidente vivem uma guerra, a guerra do vírus chinês, que está dizimando vidas e destruindo as economias nacionais. O próprio Congresso Nacional reconheceu esse ambiente hostil ao aprovar um Orçamento de Guerra.

Se existe um orçamento de guerra, pode e deve haver também uma Política de Saúde de Tempos de Guerra, pautada por medidas de natureza excepcional, sempre amparadas na lei e na Constituição Federal, para assegurar a proteção da vida e dos empregos dos brasileiros.

O nome do novo ministro da Saúde é prerrogativa do Presidente da República e endossaremos a escolha que o Chefe da Nação fizer. Mas entendemos que novo ministro não precisa nem deve ser alguém de renome ou nem mesmo um cientista ou médico, e muito menos ser alguém susceptível a pressões dos lobbies da indústria farmacêutica e de agentes globalistas.

O novo ministro precisa ser antes alguém imbuído de um sentido de missão e que, amparado pelo Conselho Federal de Medicina, esteja pronto para cumprir sem pestanejar as determinações e diretrizes do Presidente da República para o enfrentamento da epidemia.


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