por paulo eneas
O ministro do STF Celso de Mello encaminhou para apreciação da Procuradoria Geral da República um pedido descabido de apreensão do aparelho celular do Presidente Bolsonaro e de seu filho, Carlos Bolsonaro. O pedido foi feito por partidos e parlamentares de esquerda por meio de notícia-crime associada às denúncias feitas por Sergio Moro quando de sua saída do governo.

Até o momento, Sérgio Moro não deu uma prova ou indício sequer que sustente as acusações que o ex-ministro fez contra o Presidente da República.

A notícia-crime pleiteando a busca e apreensão do aparelho celular do Presidente da República sequer deveria ter sido acolhida pelo decano do STF, que deveria, outrossim, ter rechaçado de pronto o pedido e ter punido o pleiteante por litigância de má fé, uma vez que não existe fato material algum que justifique o acesso a conversas privadas do chefe de Estado.

A Procuradora Geral da República não tem prazo para manifestar-se a respeito. Dado o caráter absurdo e descabido do pedido, fica patente que seu objetivo e seu acolhimento por parte do decano da suprema corte revestem-se unicamente de motivações políticas, visando constranger e humilhar o Presidente da República.

E cumpre observar que em nenhum momento cogitou-se fazer busca e apreensão do aparelho celular do ex-ministro Sérgio Moro, da mesma forma que até hoje o acesso ao celular do criminoso Adélio Bispo prossegue vedado por decisão da mesma suprema corte que acolheu, sem qualquer base material que justifique, o pedido de apreensão do celular do chefe de governo.

Desinformação do grupo Vem Pra Rua
O grupo VemPraRua, um dos grupos de esquerda que defende que as pessoas fiquem em casa, publicou um banner nas redes sociais com informação falsa dizendo que o Celso de Mello havia determinado a apreensão do celular do Presidente Bolsonaro. A mensagem do banner é mentirosa e enganosa, pois deixa a entender nas entrelinhas que existe alguma coisa a ser de fato investigada no celular do presidente, daí a apreensão. O grupo VemPraRua está simplesmente espalhando fake news.


Crítica Nacional Notícias:


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE