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Onze anos antes da construção conjunta do Instituto de Virologia Wuhan, os serviços de inteligência franceses alertaram Paris que a reputação fraca em questões de biossegurança da China poderia levar a um ‘vazamento catastrófico’, conforme informado pelo Daily Mail.

O principal negociador de brexit da União Europeia, Michael Barnier, ignorou as advertências dos serviços de inteligência franceses e deu o aval para o início da construção do laboratório do Instituto de Virologia Wuhan em 2004, sob um acordo conjunto com o regime comunista chinês.

Segundo o relatório, o serviço de inteligência francês também alertou que Paris poderia perder o controle do projeto e que Pequim poderia usar a tecnologia para fabricar armas de guerra biológica.

De acordo o Daily Mail, o “presidente francês, Jacques Chirac, pressionou na época o acordo para a criação do instituto Wuhan após o surto de SARS em 2003, que afetou 26 países e resultou em mais de 8.000 casos e 774 mortes. Chirac, juntamente com seu primeiro-ministro pró-Pequim, Jean-Pierre Raffarin, prometeu financiamento e conhecimentos franceses em troca de uma parte dos direitos autorais intelectuais das descobertas do laboratório”.

Sob o argumento de que uma colaboração franco-chinesa poderia desenvolver vacinas eficazes e lucrativas para impedir a repetição de uma pandemia de vírus mortal, o governo de Chirac viu no acordo uma maneira de estabelecer laços comerciais mais fortes com a China do que com seus rivais ocidentais.

O instituto de Wuhan custou 42 milhões e foi concluído em 2015. Ele entrou em operação em janeiro de 2018 coincidindo com uma visita a Pequim do atual presidente francês Emmanuel Macron que assinou diversos acordos comerciais bilionários durante encontro com presidente chinês Xi Jinping no Palácio do Povo. Com informações de Daily Mail e Zero Hedge

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