por paulo eneas
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil manteve seu posicionamento em favor de Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, e votou contra mais uma resolução de condenação a Israel por conta de suas políticas em relação aos árabes jordanianos da Samaria e da Judeia, descritos no Ocidente como “palestinos”.

Durante reunião do conselho em Genebra nesta última sexta-feira (19), o governo brasileiro optou por não apoiar uma resolução apresentada ao órgão que condena o suposto “uso de força letal e outras forças excessivas” por parte de Israel contra civis nas regiões de Samaria e Judeia.

Seguindo a tradição antissemita do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a resolução condenatória fala de supostos “atos de intimidação, ameaças e deslegitimização” por parte de Israel contra pessoas que “trabalham para documentar as violações de direitos humanos na região”.

Nesse caso, a resolução refere-se a ativistas e pessoas pagas por ONGs globalistas internacionais que atuam na referidas regiões, muita vezes em ligações diretas com grupos terroristas, para colher subsídios para a construção de narrativas internacionais anti-Israel.

A resolução solicita à Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, a comunista Michelle Bachelet, ex-presidente chilena, para instar Israel a mudar sua conduta com base em supostas obrigações previstas na lei internacional.

A medida foi aprovada pelo Conselho de Direitos Humanos por 22 votos a favor, 17 abstenções e oito votos contra. Votaram contra a resolução: Brasil, Austrália, Áustria, Bulgária, República Tcheca, Fiji, Togo e Ucrânia. Os Estados Unidos não votaram por que não fazem mais parte do órgão desde 2018, quando o abandonaram por conta do viés contrário a Israel mantido pelo órgão.

A posição adotada pelo Brasil na votação reflete a diretriz acertada que tem sido dada à política externa do Governo Bolsonaro, chefiada pelo chanceler Ernesto Araújo. Uma diretriz calcada nos interesses da soberania nacional brasileira e no alinhamento do Brasil com países que compartilham conosco os valores comuns da civilização ocidental. Colaboração Teff Ferrari. 


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE