por angelica ca
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, afirmou durante discurso virtual realizado na semana passada sobre tema a “Europa e o Desafio da China”, no evento Cúpula da Democracia de Copenhague, que o Partido Comunista Chinês está forçando a Europa a escolher entre a China e América. Mike Pompeo criticou o exército chinês por aumentar a tensão na fronteira com a Índia e militarizar o estratégico Mar do Sul da China.

Pompeo descreveu o Partido Comunista da China como um ator desonesto, e afirmou que o partido também mentiu sobre o vírus chinês que se espalhou pelo mundo enquanto pressionava a OMS para ajudar encobrir a pandemia. “Centenas de milhares de pessoas morreram e a economia global foi dizimada”, afirmou Pompeo na Dinamarca por videoconferência.

Em um ataque direto ao governo chinês e seu regime, Mike Pompeo disse que o Partido Comunista Chinês quer desfazer todo o progresso que o mundo livre fez através de instituições como a OTAN, e adotar um novo conjunto de regras e normas que acomodem Pequim. Pompeo também disse que por muitos anos o Ocidente acreditou que poderia mudar o Partido Comunista Chinês e melhorar a vida do povo chinês, mas que porém os comunistas chineses aproveitaram-se da boa vontade do Ocidente.

“O Exército de Libertação Popular da China aumentou as tensões fronteiriças com a Índia, a democracia mais populosa do mundo. Está militarizando o Mar da China Meridional e reivindicando ilegalmente mais territórios na região, ameaçando rotas marítimas vitais”,  disse Pompeo, um dia depois de expressar profundas condolências à Índia pela morte de 20 soldados em confrontos violentos com as tropas chinesas no vale de Galwan, em Ladakh, no início da semana.

A China reivindica a posse de quase todo o Mar da China Meridional, rico em recursos, e também reivindicou as ilhas Senkaku sob o controle do Japão no Mar da China Oriental. Por sua vez, Vietnã, Filipinas, Malásia, Brunei e Taiwan têm contra-reivindicações sobre o Mar da China Meridional. Com informações de Times of India, The Hindu e Economic Times.


Crítica Nacional Notícias:


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE