por paulo eneas
Dois integrantes do grupo esquerdista MBL, ao qual pertencem o deputado federal Kim Kataguiri (DEM_SP) e o vereador paulistano Fernando Holiday, foram presos na manhã desta sexta-feira (10/07) na capital paulista em ação da Polícia Civil de São Paulo. Foram presos Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido também como Luciano Ayan, por suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

Carlos Augusto de Moraes Afonso, que durante anos usou nas redes sociais o perfil fake denominado Luciano Ayan, é um dos mentores e estrategistas políticos do grupo esquerdista MBL. Luciano Ayan foi o criador de um organograma mentiroso e uma narrativa desonesta e criminosa que exibia supostas ligações orgânicas e relações hierárquicas entre diversos jornalistas, youtubers, empresários e comentaristas políticos da direita.

Este organograma fantasioso, para o qual Luciano Ayan jamais exibiu prova alguma, e que deu origem ao termo igualmente fantasioso chamado “gabinete do ódio”, foi levado pelos deputados federais Alexandre Frota (PSDB-SP) e Joice Hasselmann (PSL-SP) à CPMI das Fake News, que conduziu quase todos os seus trabalhos com base no material e na narrativa fantasiosa criada por Luciano Ayan

Esse mesmo material elaborado pelo elemento agora preso pela polícia paulista por suspeita de lavagem de dinheiro, mesmo crime pelo qual o petista Lula foi condenado, e ocultação de patrimônio da ordem de R$400 milhões, também foi usado por Felipe Moura Brasil em matéria igualmente mentirosa e desonesta publicada na Revista Crusoé em outubro do ano passado.

Portanto, a mentira criada por um elemento preso por suspeita de crimes financeiros, e que também é guru e mentor intelectual do grupo esquerdista MBL, serviu de base para uma reportagem igualmente mentirosa e desonesta publicada pela Revista Crusoé, cujo desdobramento foi uma CPMI no Congresso Nacional que, por sua vez, veio a desaguar em um inquérito secreto instaurado e conduzido na suprema corte, e cuja legalidade é amplamente questionada.

O Brasil vive assim a situação inusitada em que um veículo de imprensa de circulação nacional e duas importantes instituições da República veem-se enredados em uma narrativa mentirosa e desonesta criada pela mente doentia de um único indivíduo, cuja real especialidade, segundo as investigações da Polícia Civil de São Paulo, é fazer lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.


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