por angelica ca
O presidente norte-americano Donald Trump anunciou na quarta-feira (22/07), um reforço das tropas federais nas cidades de Chicago (Illinois), Kansas City (Missouri), e Albuquerque (Novo México), para controlar a onda de violência nas cidades administradas pelos democratas.

O mandatário americano fez a declaração durante discurso na Casa Branca que contou com a presença do procurador-geral dos Estados Unidos, Willian Barr, e dos diretores do FBI e do Departamento de Segurança Interna.”Estou anunciando um aumento na aplicação da lei federal em comunidades afetadas por crimes violentos”, disse Donald Trump.

De acordo com o presidente Donald Trump, o FBI, a Administração de Repressão às Drogas (DEA), o Bureau de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo (ATF), o Serviço de Marechais dos EUA e o Departamento de Segurança Interna (DHS) enviariam agentes para Chicago.

Durante a cerimônia, o procurador-geral Willian Barr anunciou que cerca de 200 agentes serão enviados a Chicago, ao passo que Albuquerque, no estado do Novo México, receberá 30 agentes e já existem 200 em Kansas City.

Barr afirmou que eles vão trabalhar “de mãos dadas” com a polícia e que esse desdobramento não deve ser confundido com as forças de choque que estão em Portland. Trump disse mais tarde que o governo federal “em breve” enviaria as autoridades federais para outras cidades sob o programa.

O anúncio desta quarta-feira marcou uma expansão de um programa do Departamento de Justiça lançado no início deste mês pelo procurador-geral William Barr. O programa, conhecido como Operação Legenda, destina-se a combater crimes violentos em Kansas City, Missouri. Delinquentes liderados pelo grupo terrorista Black Lives Matter foram às ruas em Kansas City para exigir o fim da operação e pedir reformas policiais.

Os prefeitos democratas de Portland, Seattle, Chicago, Atlanta, Kansas City e Washington enviaram uma carta ao Departamento de Justiça e ao secretário do Departamento de Segurança Interna, Chad Wolf, contra o envio de tropas federais para seus territórios sob o argumento de que violaria a Constituição, apesar da crescente violência que afeta essas cidades. Com informações de Israel National News, The Hill e Diario Las Américas.

 

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