por paulo eneas
Mais um atentado à vida dos brasileiros em meio à pandemia: a Anvisa publicou nesta quinta-feira (23/07) a resolução RDC 405 estabelecendo a obrigatoriedade de exibição e retenção de receita médica para a aquisição dos medicamentos Nitazoxanida, Cloroquina e Ivermectina em farmácias. Com esta determinação, estes medicamentos passam a ser controlados.

A Cloroquina e a Ivermectina estavam sendo usados largamente, na modalidade off-label, na prevenção e tratamento precoce da covid, e ambos eram até hoje de venda livre. O uso profilático de ambos os medicamentos é feito inclusive por médicos. A nova resolução da Anvisa tira das pessoas a liberdade de decidir pelo uso ou não desses medicamentos.

Um dos argumentos que vem sendo usado para justificar a decisão da Anvisa é a existência de uma lei que determina a exigência e retenção de receita para medicamentos de tarja vermelha. É evidente que a lei deve ser cumprida, mas cumpre questionar porque a Anvisa decidiu, e atendendo a que interesses, exigir o cumprimento desta lei justamente para esses medicamentos que, repetimos, têm sido usados largamente no tratamento da covid, enquanto milhares de outros medicamentos de tarja vermelha continuam na prática sendo comercializados livremente sem que a Anvisa se preocupe com isso.

A decisão da Anvisa, presidida pelo Almirante Antonio Barros Torres, vem somar-se a outras medidas tomadas por governadores, prefeitos e pelo próprio sistema público de saúde, que têm deixado a população desamparada durante a epidemia do vírus chinês no que diz respeito ao acesso a tratamento precoce adequado e a medicamentos.

Esse desamparo é reforçado pelo boicote ao tratamento precoce feito pelo próprio sistema público de saúde pois, conforme inúmeras denúncias que recebemos diariamente, o protocolo de tratamento precoce estabelecido pelo Ministério da Saúde está sendo ignorado: as pessoas diagnosticadas com covid continuam sendo orientadas pelas unidades de saúde a tomar Tamiflu ou medicamento análogo e orientadas a voltarem para casa.

Ou seja, o que se constata nesta epidemia é que a o sistema de saúde e os poderes públicos, com honrosas exceções, estão deixando os brasileiros à mercê da própria sorte, e o fazem com um propósito bem determinado: motivações políticas e a criação de uma reserva de mercado macabra para vacinas produzidas pelos comunistas chineses ou pelo globalistas.

Em nome dessa reserva de mercado macabra, milhares de brasileiros estão sendo condenados à morte pela covid, sem receber o tratamento precoce devido e sem ter acesso aos medicamentos que, mesmo na modalidade off-label, exibem eficácia empírica atestada por inúmeros médicos no mundo inteiro.

Até o momento não tivemos conhecimento de nenhuma atitude mais firme por parte do Ministério da Saúde para fazer como que o protocolo de tratamento precoce estabelecido pelo órgão viesse a ser adotado de fato no sistema de saúde pública.

Ao contrário, o que temos visto é o Ministro da Saúde, General Pazuello, muito mais preocupado em mostrar o quanto o Brasil está “preparado” para transformar-se em um laboratório continental de cobaias humanas para testes de vacinas dos comunistas chineses ou dos globalistas ocidentais.

E sob esta ótica igualmente macabra, de fato o Brasil está “preparado” para ser este laboratório. Pois ao longo desses meses de pandemia, o saldo que restou tem sido, além dos mais de oitenta mil mortes, uma população inteira desamparada, sem acesso a medicamentos, atemorizada pela grande imprensa, sem garantia alguma de tratamento precoce, com suas liberdades restringidas e, portanto, pronta para servir de cobaia para a primeira esperança de cura ou de imunização que aparecer.

Esse gigantesco laboratório continental de mais de 200 milhões de cobaias foi cuidadosamente preparado ao longo desse período por governadores-lobistas do Partido Comunista Chinês, por ex-ministros com interesses outros que não o da saúde pública, pelo Ministério da Saúde e pela própria Anvisa, que agora deu sua contribuição restringindo o acesso a medicamentos capazes de prevenir ou mesmo de curar a covid em seus estágios iniciais. Os brasileiros estão sendo assim vítimas de um crime contra a humanidade praticado pelos seus governantes.


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