por paulo eneas
O jornalista Allan dos Santos, diretor do portal e do canal Terça Livre, fez uma denúncia grave na noite desta quinta-feira (30/07) envolvendo o STF. A denúncia foi feita durante uma transmissão ao vivo da qual participaram a deputada federal Bia Kicis, Bernardo Kuster e Ryan Hartwig, ex-funcionário do facebook que denunciou Mark Zuckerberg por práticas ilegais de censura, conforme mostramos no artigo MARK ZUCKERBERG DENUNCIADO POR MENTIR AO CONGRESSO DOS ESTADOS UNIDOS AO NEGAR HAVER CENSURA NO FACEBOOK, publicado mais cedo no Crítica Nacional.

Allan dos Santos denunciou que existe uma intenção deliberada por parte do Tribunal Superior Eleitoral de promover a cassação do mandato do Presidente Bolsonaro, ainda que o presidente brasileiro não tenha cometido qualquer crime eleitoral. Três membros do TSE que também são membros da suprema corte já teriam seus votos prontos pela cassação da chapa: Edson Fachin, Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que tem censurado diversos apoiadores do presidente nas redes sociais.

Segundo o jornalista do Terça Livre, um funcionário do Tribunal Superior Eleitoral de nome Igor Tobias teria contratado a empresa alemã Rohde & Schwarz para fazer uma varredura de escutas telefônica em Brasília. Esta empresa teria identificado três maletas de escuta telefônica em três locais distintos: na residência do advogado do PT Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, e com livre trânsito no STF. Uma segunda maleta estaria na Embaixada da China, e a terceira na embaixada da Coreia do Norte. O maneira pela qual estas maletas funcionam está explicada no anexo ao final desta reportagem.

Segundo Allan dos Santos, é bastante provável que o Presidente da República esteja sendo espionado por meio destas maletas e este fato seria de conhecimento de dois ministros do Supremo Tribunal Federal: Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, que estarim portanto cometendo crime de prevaricação ao não avisar o Chefe de Estado sobre a existência destas maletas.

Fuga de Luiz Roberto Barroso após cassação do Presidente Bolsonaro
Outra informação explosiva trazida por Allan dos Santos, que não se encontra mais em território brasileiro, diz respeito à existência de um plano de fuga dos ministros do STF após a cassação do mandato do Presidente Bolsonaro pelo Tribunal Superior Eleitoral. Segundo Allan dos Santos, os ministros Luiz Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin já teriam elaborado um plano de fuga do Brasil para o mesmo dia em que for votada a cassação da chapa do Presidente Bolsonaro.

Allan dos Santos foi enfático em dizer que existe um golpe de estado em andamento no Brasil contra o Presidente Bolsonaro, e este golpe estaria sendo urdido por ministros da suprema corte. Afirma ainda que não existe qualquer meio para defender a democracia brasileira contra a suprema corte do país.

O jornalista lembra também que caso sejam tomadas quaisquer medidas para prender integrantes do STF, é necessário que o mundo compreenda as razões, uma vez que não há mecanismos outros em nosso ordenamento jurídico e em nossa Constituição capazes de proteger a democracia brasileira contra a ação dos integrantes da suprema corte.

Allan dos Santos lembra que o golpe de estado em andamento no país perpetrado pela suprema corte teve início quando foi tomada a decisão ilegal e inconstitucional de impedir o Presidente da República de nomear o Diretor Geral da Polícia Federal. Outras decisões da mesma natureza tomadas pelo STF, caracterizadas pela usurpação das prerrogativas do Poder Executivo e do próprio Chefe de Estado, foram indicativas deste golpe de estado andamento.

Po fim, o jornalista alerta que somente faz estas denúncias por estar fora do Brasil, pois de outro modo temeria pela sua vida e a segurança de seus familiares. E faz o alerta de que se algo ocorrer a ele ou a alguém de sua família, os responsáveis seriam os ministros Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, o PT por intermédio do advogado Kakay, e as embaixadas das ditaduras comunistas da China e da Coreia do Norte.

Anexo: o que são e como funcionam as maletas de escuta telefônica
As maletas de escuta telefônica da empresa alemã Rohde & Schwarz são aparelhos sofisticados que permitem identificar a presença de sinal de celular ou então sintonizar uma frequência e interceptar e ouvir ou gravar conversas de terceiros em aparelhos celulares. Desta forma, o grampo é feita sem precisar de interferência da operadora de telefonia celular.

As maletas existentes no Brasil foram adquiridas em 2007 ao custo aproximado de meio milhão de dólares cada unidade, e seriam destinadas a monitorar o uso de celulares em presídios. Até o ano de 2008, a Polícia Federal estava de posse de dez destes aparelhos. Uma decisão judicial daquele ano ordenou o recolhimento de todos estes aparelhos em posse dos órgãos governamentais, conforme relata reportagem da Folha de São Paulo, que pode ser vista nesse link aqui. Colaboração de Mariana Razimavicius.


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