por paulo eneas
O diretor-executivo e controlador do Facebook, Mark Zuckerberg, foi denunciado à Procuradoria Geral dos Estados Unidos por ter mentido sob juramento durante depoimento prestado a uma comissão conjunta de investigação do Congresso do Estados Unidos e a uma comissão do Senado, em abril de 2018, a respeito de práticas ilegais atentatórias à liberdade de expressão nos .

A denúncia foi apresentada pelo deputado Matt Gaetz após recebimento de uma carta em que ex-funcionários do Facebook afirmam haver uma prática generalizada e ilegal de censura política por parte da rede social. Em seu depoimento ao Congresso dos Estados Unidos em 2018, Zuckerberg negou que houvesse tal censura.

No depoimento prestado em 2018 a um comitê da Câmara dos Deputados e em outro depoimento prestado ao Comitê de Justiça do Senado norte-americano, Mark Zuckerberg foi enfático e categórico em dizer que não existe no facebook qualquer tipo de viés hostil ao discurso dos conservadores, e negou que houvesse censura aos apoiadores do presidente norte-americano Donald Trump.

Ocorre que Mark Zuckerberg mentiu. E mentiu sob juramento em depoimento no Congresso dos Estados Unidos, o que configura crime grave segundo a legislação norte-americana.

E a evidência da mentira veio inicialmente a partir de uma investigação conduzida pelo Projeto Veritas, que mostrou que esmagadora maioria dos conteúdos bloqueados ou restringidos pelos algoritmos do facebook eram originários de apoiadores de Donald Trump e de conservadores em geral. Em sua denúncia à Procuradoria Geral, o deputado Matt Gaetz pede que a conduta de Mark Zuckerberg seja investigada pelo Procurador Geral por conta de fraude e declarações mentirosas sob juramento.

Denúncias explosivas de ex-funcionários revelam a farsa do facebook
Na denúncia apresentada ao Procurador Geral, Matt Gaetz menciona três figuras-chave que testemunham haver práticas de censura tanto no facebook contra os conservadores, práticas estas que incorrem até mesmo em interferência nos resultados de eleições.

Duas destas figuras-chave são Zach McElroy e Ryan Hartwig, ex-funcionários do facebook, que denunciam que os algoritmos usados pela rede social filtram conteúdos de viés conservador, para posterior revisão e exclusão por ação humana. As denúncias de Zach McElroy e Ryan Hartwig são também baseadas em filmagens secretas que mostram a ação de interna de funcionários do facebook destinadas a censurar conteúdo conservador.

Nestas filmagens, fica claro a orientação dada para classificar as manifestações em apoio a Donald Trump como sendo “discursos de ódio”, ao mesmo tempo em que textos e imagens fazendo apologia à violência ou incitação ao crime contra figuras públicas conservadoras ou da direita em geral são classificadas como somente expressão de “opinião política”, e não sofrem qualquer restrição, mesmo quando infringem as regras do próprio facebook.

As denúncias dos ex-funcionários acima mencionados somam-se a inúmeras outras denúncias e ao trabalho investigativo e de inteligência que vem sendo conduzido pelo Projeto Veritas, mostrando como as corporações globalistas que controlam as principais redes sociais do mundo atuam no sentido de cercear a liberdade de expressão, interferir em resultados eleitorais, e banir os conservadores do espaço da opinião pública.

O Crítica Nacional passará a trazer a regularmente para o público brasileiro conteúdos baseados nas investigações do Projeto Veritas, para que o público fique ciente das ameaças à liberdade de expressão presentes hoje no mundo ocidental. Ameaças estas que têm sua origem justamente naquele meio que, na sua origem, prometia ser um território de liberdade de expressão de pensamento: as redes sociais da internet. Com informações do site de Matt Gaetz.


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