por paulo eneas
Um dos maiores financiadores da agenda globalista e do movimento comunista em todo o mundo, O bilionário George Soros anunciou esta semana que sua instituição, a Open Society Foundations, irá doar cerca de R$ 26 milhões ao Brasil para auxiliar no que ele chama de causas humanitárias. Os recursos serão destinados também ao suposto combate ao vírus chinês.

De acordo com a Open Society Foundations, cerca de R$ 10 milhões serão destinados a projetos no Pará e no Maranhão. A entidade não especificou que projetos são esses e quais as contrapartidas exigidas em troca da doação. Os outros R$ 16 milhões serão destinados a vinte e quatro instituições brasileiras designadas genericamente como redes de solidariedade em comunidades carentes e organizações do movimento negro.

O fato é que George Soros está doando dinheiro para agentes da esquerda e operadores e lobistas da agenda globalista que atuam no país, como de resto ele faz no mundo inteiro. Sua fundação é uma das principais financiadores do grupo racista criminoso Black Lives Matter, um dos grupos esquerdistas mais violentos dos Estados Unidos.

No Brasil, a fundação de George Soros destina recursos a ONGs e entidades empenhadas na promoção da agenda esquerdista e globalista, que inclui pautas como legalização do assassinato de fetos, desarmamento civil, promoção de ideologia de gênero, bandidolatria via narrativas falaciosas sobre encarceramento em massa, atuação na Amazônia brasileira, entre outros.

A quase totalidade das entidades e pessoas envolvidas com este ativismo profissional da esquerda globalista no Brasil recebe direta ou indiretamente financiamento de George Soros através de sua fundação.

Estas entidades e pessoas formam os grupos mais poderosos e eficientes de ação lobista no Congresso Nacional. Esses grupos muitas vezes são os autores de fato de projetos de lei alinhados com a agenda comunista-globalista, como foi o caso da Nova Lei de Imigração ou os projetos recentes de facilitação do aborto e da ampliação do controle do Estado sobre a educação por meio da constitucionalização do Fundeb.

A atuação da Open Society Foundations no Brasil precisa ser investigada. Pois sob a fachada de uma entidade financiadora de “projetos humanitários”, tem-se um mecanismo de ingerência estrangeira em assuntos internos brasileiros. Uma ingerência que sempre é motivada e guiada por interesses contrários à soberania nacional e aos valores civilizacionais mais caros ao brasileiros. Colaboração Teff Ferrari.


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