por paulo eneas
O Ministério da Defesa cedeu à pressão do politicamente correto da grande imprensa e à pressão de engenharia social e indução comportamental que têm sido impostas à sociedade por globalistas e por toda a grande imprensa, e tomou a vergonhosa decisão de cancelar a participação das Forças Armadas nos eventos comemorativos ao Dia da Pátria, no Sete de Setembro.

A covardia simbólica presente nesta decisão não encontra paralelo na história nacional. Uma portaria assinada pelo Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, afirma que “em função do contexto atual no mundo pela covid-19 não é recomendável pelas autoridades sanitárias a promoção de eventos que possam gerar aglomerações de público, devido ao risco de contaminação”.

A portaria do Ministério da Defesa prossegue informando que os comandantes das três forças foram orientados a “se absterem de participar de quaisquer eventos comemorativos alusivos ao supracitado evento como desfiles, paradas, demonstrações ou outras que possam causar concentração de pessoas”.

Ocorre que o “supracitado evento” é nada menos que o Dia da Pátria, o Sete de Setembro, que tradicionalmente é comemorado com desfiles militares, e constitui-se na efeméride mais importante do calendário calendário nacional. Cancelar a participação dos militares nos desfiles do Dia da Pátria por temor da pressão do politicamente correto da grande imprensa chega a ser inacreditável e indigno da estima que a maioria dos brasileiros têm pelas Forças Armadas nacionais.

Cumpre questionar ao Ministro da Defesa se ele espelhou-se em seu chefe, o Presidente Bolsonaro, que em momento algum durante a epidemia cedeu ao politicamente correto e à pressão da mídia e jamais deixou de manter seus compromissos e contato direto com o povo, antes de tomar tão vergonhosa decisão. Colaboração Camila Abdo.


 

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