por paulo eneas
O presidente Jair Bolsonaro nomeou nesta segunda-feira (10/08) os integrantes da delegação que vai representar o governo brasileiro em missão especial a Beirute entre os dias 12 e 15 de agosto. Entre os integrantes da delegação estão os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore e o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, almirante Flávio Viana Rocha.

Também faz parte da delegação o empresário Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que por anos foi apoiador entusiasta de Lula, e que recentemente vem tentando assumir o comando do partido Aliança pelo Brasil no Estado de São Paulo. A delegação é chefiada por Michel Temer, ex-vice-presidente de Dilma Rousseff e que assumiu o governo do país após o impeachment da petista.

Em sua gestão de cerca de dois anos, Michel Temer indicou Alexandre de Moraes para o STF e sancionou a Nova Lei de Imigração, elaborada segundo diretrizes da ONU e patrocinada pelo seu então chancelar e ex-chofer de terrorista comunista, Aloysio Nunes Ferreira. Michel Temer foi também o autor do artigo que estabelece a meta da Pátria Grande na Constituição Federal brasileira.

Encerrado seu mandato, Michel Temer foi preso no dia 21/03/2019 pela Operação Lava Jato do Rio de Janeiro por suspeita de corrupção. O ex-vice-presidente do governo petista prossegue sendo investigado e somente pôde sair do país com autorização judicial. A delegação brasileira para o Líbano reflete, portanto, alianças questionáveis que vem sendo feitas pelo Governo Federal. Colaboração Camila Abdo.


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