por angelica ca e paulo eneas
A Assembleia Nacional Francesa aprovou nesta segunda-feira (10/08) uma série de emendas à lei de bioética do país. Estas medidas permitirão que bebês em gestação possam ser assassinados a qualquer momento da gravidez e por qualquer motivo. A votação ocorreu no meio da noite e com um quórum de menos de um quinto do total de parlamentares franceses.

Por 60 votos a favor e 37 contra, os legisladores votaram para permitir o aborto para mães que esteja sofrendo de “sofrimento psico-social”, um termo vago e genérico o bastante para permitir aos profissionais de saúde tipificar e determinar quais casos poderão se adequar a agenda abortista francesa.

O parlamento francês recebeu diversas críticas devido ao pequeno número de votos a favor da controversa lei. Apenas 101 membros de um total de 557 parlamentares estavam na sessão que votou as emendas que permitem a revisão da lei de bioética.

De acordo com a lei em vigor, os abortos tardios requerem aprovação médica limitada a casos de malformação grave do feto, ou quando uma gravidez coloca a vida da mãe em perigo. Com as mudanças, a lei agora passa a permitir o aborto em casos em que a mãe sofre de sofrimento psico-social.

A organização pró-vida Alliance VITA denunciou a emenda abortista, observando que ela foi debatida e votada às pressas no meio da noite. Ao prever a possibilidade de aborto sob a condição genérica de sofrimento psico-social, a nova legislação permitirá que bebês sejam assassinados até o nono mês da gestação.

Conforme relatado pelo site christian.org, o projeto de lei deverá retornar ao Senado para sua segunda leitura. A lei modificada será então votada por um comitê conjunto das duas casas ainda este ano, mas a decisão da Assembleia Nacional é final quando um consenso não pode ser alcançado. Com informações de Christian.Org e Life News.


 

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