por angelica ca
O presidente Jair Bolsonaro participou nesta segunda-feira (24/08) de cerimônia no Palácio do Planalto para apresentar o movimento “Brasil Vencendo a Covid-19”, em Brasília. Em seu discurso no evento, o mandatário brasileiro elogiou os médicos que prescreveram hidroxicloroquina nos estágios iniciais da doença da covid.

Segundo o presidente, esses médicos estão salvando vidas pelo Brasil e lembrou que o  medicamento teria poupado a vida de muitos dos cerca de 115 mil que morreram com o vírus chinês no país, se não tivesse sido politizado:

“Então vocês salvaram sim, no meu entendimento, muitas milhares e milhares de vidas pelo Brasil. E se a hidroxicloroquina não tivesse sido politizada muitas mais vidas poderiam ter sido salvas”, disse o presidente durante seu discurso na cerimônia.

O presidente Bolsonaro ainda afirmou que teria pedido para o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta indicar a hidroxicloroquina não só para casos graves, porém Mandetta se negou, sob a alegação de não haver comprovação científica sobre a eficácia do tratamento.

“Mandetta dizia que não tinha comprovação científica e eu falava: ‘Ora bolas, eu sei que não tem’. Como sempre citei a Guerra no Pacífico, onde o soldado chegava ferido e não tinha mais sangue para receber e os médicos davam a ele água de coco. E deu certo. Aqui a cloroquina é a mesma coisa, mas vi a pressão política em cima de médicos pelo Brasil.”

“Alguns mudam de médico, eu mudei de ministro. Entrou o (Nelson) Teich e ficou 30 dias, depois, para não ter mais uma mudança, deixei um interino, o Eduardo Pazuello, que resolveu mudar a orientação [do Ministério da Saúde em relação à hidroxicloroquina] e botou ali em qualquer situação, receitar-se a cloroquina, de modo que o médico pudesse ter a sua liberdade”, acrescentou o presidente. Com informações de Correio do Povo.



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