por paulo eneas
O governo dos Estados Unidos quer o apoio do Brasil para realizar uma reforma na Organização Mundial da Saúde (OMS) e impedir o avanço do Partido Comunista Chinês. O governo brasileiro recebeu na segunda-feira (24/08) o projeto norte-americano sobre como recriar a estrutura da entidade.

O documento enviado de Washington é composto por um conjunto de propostas para redefinir o papel da OMS. A intenção norte-americana de reformar e restabelecer os princípios da entidade desagradou os governos da França e Alemanha, que abandonaram provisoriamente no início de agosto as negociações que estavam sendo feitas sobre as mudanças na entidade.

As propostas apresentadas por França e Alemanha consistem em conferir mais poderes e mais dinheiro e independência para a OMS, incluindo a liberdade para fazer vistoria e investigar surtos em diferentes países do mundo com maior autonomia. Os detalhes da proposta norte-americana não foram divulgados.

Seguramente a mudança necessária na Organização Mundial de Saúde implica não no repasse de mais recursos ou a concessão de mais poderes para a entidade, como querem os governos globalistas alemães e franceses. A mudança passa pela adoção de mecanismos de governança que impeçam a instrumentalização político ideológica da organização como ocorre hoje.

Essa instrumentalização que transformou a Organização Mundial de Saúde em um “puxadinho” do Partido Comunista Chinês ficou evidenciada durante a epidemia do vírus chinês, na qual todas as ações erráticas da organização ocorreram tendo como baliza a preocupação em blindar os interesses da ditadura comunista chinesa, e isentar o regime de sua responsabilidade criminal pela pandemia. Colaboração Camila Abdo.


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