por paulo eneas
O governador tucano do Estado de São Paulo, João Doria, afirmou esta semana discordar do Presidente Bolsonaro sobre a não obrigatoriedade das vacinas contra o vírus chinês. Confirmando seu viés autoritário e antidemocrático revelado na pandemia, João Doria afirmou que a vacina deveria ser obrigatória a todos os brasileiros.

“As pessoas devem atender à decisão da obrigatoriedade de tomarem a vacina também por uma decisão própria. A vacina tem de ser uma decisão pessoal de cada um, mas uma obrigação e determinação do Estado”, disse João Doria num fraseado desconexo e sem sentido algum. Afinal, se for uma decisão pessoal de cada um, não pode ser obrigatória, pois uma coisa obrigatória pressupõe exclusão da possibilidade de decisão pessoal.

Prosseguindo com seu fraseado oco e desconexo, João Doria disse: “Penso que a posição da Secretaria de Saúde deva ser aquela que prevaleça sobre decisões de ordem ideológica”. Aqui novamente a retórica oca do governador tucano lança mão de um recurso conhecido da esquerda, que consiste em acusar seus inimigos daquilo que ela mesma faz.

No caso das vacinas, quem tem assumido a posição ideológica autoritária e inconstitucional e contrária ao direito natural de querer impor sua obrigatoriedade à população é justamente João Doria e demais forças políticas da esquerda. O Presidente Bolsonaro, por seu lado, fez a defesa correta de um posicionamento baseado no princípio da liberdade: ninguém pode impor a ninguém a obrigação de tomar vacina, cabendo a cada pessoa adulta decidir.

Ou seja, o tucano João Doria adota uma posição ideológica autoritária, defendendo que o Estado venha a tomar a decisão no lugar dos indivíduos, e mantém esta posição autoritária ideológica acusando quem dele discorda de tomar “decisões de ordem ideológicas”. Assim, o governador tucano se perde no seu palavreado oco em uma tentativa patética de escamotear sua visão de mundo autoritária e antidemocrática. Colaboração Camila Abdo.


Crítica Nacional Notícias:


VÍRUS CHINÊS: A FALÁCIA LÓGICA QUE PRETENDE IMPOR A OBRIGATORIEDADE DA VACINAÇÃO

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