por angelica ca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou oficialmente no último sábado (26/09) durante uma entrevista coletiva no Jardim das Rosas da Casa Branca, a juíza Amy Coney Barrett como sua indicada para preencher a vaga na Suprema Corte deixada pela morte da juíza progressista Ruth Bader Ginsburg.

O mandatário americano lembrou ao anunciar a nomeação de Amy Coney Barrett que trata-se da sua terceira nomeação para juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos, e descreveu Amy Coney Barrett como altamente qualificada para o cargo. Donald Trump assegurou que ela é “uma mulher de realizações incomparáveis, intelecto imponente, excelentes credenciais e lealdade inabalável à Constituição”.

Em seu pronunciamento após ser indicada pelo presidente norte-americano, Amy Coney Barret disse que os juízes devem aplicar a Lei como está escrita: “Juízes não são formuladores de políticas e devem ser firmes em deixar de lado qualquer visão política que possam ter.”

A vaga aberta pela morte da progressista Ruth Bader Ginsburg dá ao presidente Donald Trump a oportunidade de criar uma maioria conservadora de seis juízes na Suprem Corte de Justiça, colocando assim um fim a anos de progressismo na instância máxima da justiça norte-americana.

Assim como acontece no Brasil, onde um judiciário aparelhado pela esquerda impede um presidente eleito democraticamente de exercer as prerrogativas de seu cargo, nos Estados Unidos juízes ativistas usaram repetidamente injunções em todo o país para bloquear as políticas do presidente Donald Trump. Em alguns casos, esses juízes ativistas impediram o governo de simplesmente fazer cumprir a lei aprovada pelo Congresso.  Com informações de Fox News, Vox e National Law Journal.


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