por angelica ca e paulo eneas
A Netflix foi indiciada no último dia 23 de setembro por um grande júri de da cidade de Tyler, no Estado norte-americano do Texas, por promover material considerado visualmente obsceno e por exploração sexual de menores no filme francês Cuties.

De acordo com a NBC News, a acusação afirma que a Netflix promoveu, distribuiu e exibiu material que retrata a exibição obscena dos órgãos genitais ou da área púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida que tinha menos de 18 anos de idade, suscitando assim interesse lascivo em sexo, segundo a acusação. O documento também afirma que o filme não contém valor literário, artístico, político ou científico.

O filme foi criticado por legisladores republicanos em todo o país, que afirmam que a produção da Netflix sexualiza meninas e explora atores infantis. Entre os críticos mais  proeminentes estão o senador Ted Cruz e o deputado Brian Babin, ambos do Texas, além de um grupo de mais de trinta legisladores republicanos da Câmara.

Brian Babin condenou publicamente o filme francês como pornografia infantil, e Ted Cruz enviou uma carta ao procurador-geral dos Estados Unidos pedindo-lhe que processasse a Netflix, e instou o Departamento de Justiça a investigar a produção e distribuição do filme, incluindo todos os envolvidos. A iniciativa de Ted Cruz foi divulgada no Brasil pelo Crítica Nacional em artigo de meados de setembro, conforme pode ser visto mais abaixo.

Pelas leis do Estado do Texas, uma empresa condenada por um crime pode enfrentar uma multa de valor variável. Se o tribunal ainda determinar que a empresa se beneficiou financeiramente com o crime, as penalidades podem aumentar para o dobro do valor auferido.

Também conforme noticiado pelo Crítica Nacional, a Netflix registrou o maior número de cancelamentos de assinaturas dos últimos anos, após a reação do público ao lançamento do filme Cuties em setembro, cujo título original em francês é Mignonnes. Com informações de NBC News, New York Post e Direto da America.

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