por paulo eneas
Ficou claro esta semana que o Presidente Bolsonaro decidiu que o Brasil não vai comprar a vacina chinesa por razões estratégicas. Em entrevista à Rádio Jovem Pan na quarta-feira (21/10) o presidente afirmou que sua decisão foi baseada na falta de credibilidade da vacina chinesa, deu por encerrado o assunto, e afirmou que existem vacinas mais confiáveis de outros países, além da possibilidade de se ter uma vacina nossa, brasileira.

A posição corajosa do presidente contrapõe-se ao poderoso lobby tucano-chinês, ao lobby de todas as correntes da esquerda nacional (de psolistas a petistas, passando pelo tucanos e pedetistas), além do lobby da grande imprensa, dos setores militares do próprio governo e de segmentos do poder judiciário, todos eles operando em favor do Partido Comunista Chinês.

Esta posição assumida pelo Presidente da República, que enfrenta nesse momento aquele talvez seja até agora o maior desafio ao seu governo e à sua autoridade constitucional, merece ser apoiada por todos os brasileiros que não desejam submeterem-se ao papel de cobaias do Partido Comunista Chinês.

O apoio ao presidente neste momento em torno da questão da vacina chinesa é urgente e necessário, pois o que está em questão é a dignidade de cada um de nós como indivíduos e a nossa soberania como Nação.

Afinal, não faz sentido que, após meses em que nossa economia foi quase destruída e nossos direitos e liberdades foram agredidos de maneira sem precedentes, os brasileiros venham agora oferecer um prêmio ao responsável por essa tragédia que abateu-se sobre nós: o Partido Comunista Chinês. Assim como não faz sentido confiarmos a saúde e a segurança dos brasileiros a uma potência estrangeira que foi a única responsável pela pandemia.

Uma potência estrangeira que foi a única que lucrou ao longo desse período vendendo respiradores e insumos médicos e hospitalares aos países que lutavam e lutam contra um vírus que esta mesma potência estrangeira espalhou pelo mundo, com a conivência criminosa da Organização Mundial da Saúde, controlada por esta mesma potência.

O Presidente Bolsonaro está coberto de razão ao dizer que o assunto vacina chinesa é um assunto encerrado. Pois não se trata aqui de fazer uma escolha puramente técnica entre fornecedores internacionais de um medicamento. O que está em questão é a nossa dignidade como Nação, está em questão saber se seremos uma Nação pária ou se adotaremos uma altivez soberana. E o Presidente Bolsonaro já deixou claro que ele não foi eleito para chefiar uma nação pária.


Crítica Nacional Notícias:


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE