por paulo eneas
O establishment político já aprovou a vacina chinesa e ela será imposta aos brasileiros, independentemente de decisão futura da Anvisa, ainda que esta decisão futura seguramente será pela aprovação. Ou seja, a agência de vigilância sanitária atuará apenas como chanceladora de uma decisão já tomada por quem detém de fato o poder político de impor esta decisão ao país: o lobby tucano-chinês.

Um conjunto de fatos objetivos corroboram essa nossa avaliação, a saber:

a) Na semana passada, conforme informamos em nota do Crítica Nacional que pode ser lida nesse link aqui,  a Anvisa já havia liberado a importação de insumos para a produção de seis milhões de doses de vacina chinesa pelo Instituto Butantan. Foi a demonstração de força e de poder do lobby tucano-chinês, conforme mostramos na nota.

b) Esta semana a mesma Anvisa autorizou a importação de insumos para a produção de outros quarenta milhões de doses pelo mesmo Instituto Butantan, perfazendo assim o total de 46 milhões de doses de vacina chinesa, como o tucano João Doria já havia anunciado que iria acontecer há cerca de duas semanas. Ou seja, as decisões da Anvisa têm sido basicamente antecipadas pelo governador tucano.

c) O Instituto Butantan anunciou ontem (29/10) ter fretado seis aeronaves para o transporte dos insumos chineses que serão utilizados na produção das 46 milhões de doses da vacina. O instituto também informa que as vacinas estarão disponíveis já na segunda quinzena de novembro.

d) Estando as vacinas chinesas já disponíveis e estando em vigência a Lei 13.979, a lei do coronavírus elaborada pelos ex-ministros Henrique Mandetta e Sergio Moro, cujo Artigo 3 confere ao governante local a possibilidade de impor vacinação compulsória, o tucano João Doria poderá determinar a vacinação compulsória em São Paulo ainda este ano, conforme ele já havia prometido que iria fazer.

e) A conta de toda esta operação será paga pelo Governo Federal, também conforme João Doria havia pleiteado. E quem assegurou que o governo federal irá sim pagar a conta enviada por João Doria foi ninguém menos que o vice-presidente, Hamilton Mourão: “O governo [federal] vai comprar a vacina chinesa, lógico que vai”, disse o vice-presidente, um dos principais defensores da vinda da Huawei para o 5G nacional e também defensor do estreitamento das relações do Brasil com a ditadura comunista chinesa.

Portanto, em que pese manifestações expressas em sentido contrário da parte do Presidente Bolsonaro, diante deste conjunto inequívoco de evidências podemos afirmar que, exceto se algo extraordinário ocorrer nos próximos dias, a batalha das vacinas já foi perdida pelo povo brasileiro.

O grande vencedor desta batalha é o establishment político chefiado pelo tucano João Doria em aliança com o Partido Comunista Chinês e auxiliado por coadjuvantes como o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e pela Anvisa, que tornou-se apenas chanceladora das decisões deste establishment político.


Crítica Nacional Notícias:


PRESIDENTE BOLSONARO AFIRMA QUE VACINA CHINESA NÃO OFERECE CREDIBILIDADE

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