por paulo eneas
Existe a possibilidade de que governadores e prefeitos de vocação ditatorial, como o governador tucano paulista João Doria, venham a decretar novas quarentenas e lockdowns após as eleições municipais de novembro, sob o pretexto de uma suposta segunda onda da pandemia do vírus chinês. Estes novos fechamentos já estão ocorrendo na Europa, gerando protestos e manifestações em diversas cidades.

No caso europeu, a razão alegada por governantes globalistas é o aumento no número de casos. Ocorre que estes casos podem estar relacionados ao efeito de imunização de rebanho, uma vez que este aumento do número de casos não tem correspondido necessariamente ao aumento no número de hospitalizações ou mesmo de óbitos.

No Brasil, a ameaça de novos lockdowns e quarentenas poderá servir de chantagem por parte dos governantes contra a população, para que ela aceite a imposição da vacina chinesa. A vacina já está sendo produzida pelo Instituto Butantan, que recebeu a autorização da Anvisa para importar insumos para a produção de 46 milhões de doses.

O risco de uma chantagem contra o povo amparada em lei
Conforme dissemos em editorial da semana passada e reproduzido mais abaixo, tudo indica que a Anvisa já aprovou a vacina chinesa, e o imunizante ficará pronto em tempo hábil o bastante para João Doria valer-se do art. 3 da Lei 13.979, a Lei Moro-Mandetta, que confere inconstitucionalmente às autoridades locais os poderes para impor uma vacinação compulsória, a despeito das declarações expressas em sentido contrário da parte do Presidente Bolsonaro.

Amparado formalmente por esta lei, com o respaldo quase certo que virá do Supremo Tribunal Federal, com as vacinas chinesas já em produção e com a aprovação já assegurada pela Anvisa, o tucano João Doria terá em mãos os meios necessários para chantagear a população: ou ela aceita a vacinação, ou será novamente trancada em casa e ficará proibida de trabalhar, de locomover-se e de exercer seus direitos básicos.

A esse respeito, cabe lembrar que há alguns dias o chefe do Partido Novo, João Amoedo, um principais porta-vozes da agenda globalista em nosso país, defendeu explicitamente esta opção, ao afirmar que quem não aceitar ser vacinado deverá ter seus direitos básicos restringidos, incluindo o direito de trabalhar e de frequentar espaços públicos.

A segunda onda não é do vírus, mas a da sanha autoritária
O que a grande imprensa está chamando de segunda onda da pandemia na verdade trata-se do segundo capítulo do plano de guerra aberta que as elites políticas globalistas decidiram travar contra os povos de seus países.

Uma guerra que tem por alvo as liberdades e os direitos fundamentais dos cidadãos, e cujo objetivo último é promover a maior obra de engenharia social globalista que se tem notícia, visando aumentar ainda mais o controle por parte do Estado sobre a vida das pessoas.

Conforme estamos afirmando há tempos nas nossas transmissões diárias do Jornal Crítica Nacional no youtube, o início da década de vinte deste século será marcado pelos ataques mais violentos à liberdade e à democracia de que se tem notícia na historia recente da Civilização Ocidental.

VACINA CHINESA JÁ FOI APROVADA E SERÁ IMPOSTA AOS BRASILEIROS AINDA ESTE ANO: O RESTO É ENCENAÇÃO


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