por paulo eneas
A grande imprensa norte-americana e brasileira declarou na tarde deste sábado (07/11) que o candidato comunista e pedófilo do Partido Democrata venceu as eleições presidenciais dos Estados Unidos. A declaração foi feita pela grande imprensa após a apuração na Pennsylvania ter indicado a vitória de Joe Biden naquele estado. Logo em seguida, o candidato pedófilo do Partido Democrata endossou a declaração da mídia, colocando-se como o novo presidente de “todos os americanos”.

A pressa de toda a grande imprensa em declarar Joe Biden vencedor ignora descaradamente o fato de que os estados que supostamente concederam a vitória ao candidato democrata são os estados onde os resultados finais ainda não foram oficialmente declarados. Mais do que isso, são justamente os estados onde a disputa será judicializada até a Suprem Corte de Justiça dos Estados Unidos, diante das inúmeras evidências de fraudes ocorridas nas eleições.

Portanto, não existe “vitória de Joe Biden” neste momento, conforme a grande imprensa está declarando. O que existe no início de noite deste sábado (07/11), é mais uma etapa de uma estratégia criminosa montada pelo establishment político globalista norte-americano em conjunto com a organização criminosa chamada grande imprensa.

Uma estratégia que desde o início visava tomar de assalto a Presidência dos Estados Unidos por meio de uma operação que envolveu desde o fim o ano passado a ação do Partido Comunista Chinês, que providenciou a providencial pandemia do coronavírus para esta finalidade.

Uma estratégia que levou o Partido Democrata a descartar aquele que seria seu candidato natural, Bernie Sanders, e escolher em seu lugar um pedófilo corrupto que há anos está na lista de propinas do Partido Comunista Chinês por meio de um testa de ferro, seu filho Hunter Biden.

Não por outra razão, esta mesma grande imprensa ignorou por completo todos os crimes de Hunter Biden, revelados poucos dias antes da eleição. E também por esta mesma razão, as redes sociais igualmente mancomunadas nesse gigantesco crime cometido contra o povo americano e contra todo o Ocidente, censuraram toda e qualquer menção a estes crimes revelados.

Se o leitor ainda tinha dúvidas sobre a existência de um deep state, conforme revelado há anos por figuras como o professor Olavo de Carvalho e por Alex Jones entre outros, essas dúvidas podem agora ser dissipadas:

Esse deep state, formado por uma elite globalista internacional, anticristã e antiamericana e tendo o movimento revolucionário a seu serviço e em sua folha de pagamento, e com seus largos braços presentes na grande mídia norte-americana, mostrou sua face e seus métodos nesta eleição, com a decisão deliberada de usar todos os meios ao seu alcance para tomar de assalto o poder nos Estados Unidos, à revelia da vontade do povo americano.

O que o público brasileiro, envenenado que é pela grande imprensa nacional, que não passa de uma caixa de ressonância da grande imprensa americana, precisa ter claro é o seguinte: a eleição norte-americana não está decidida. Ela será resolvida pela Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos.

A suposta “vitória de Joe Biden” que a grande imprensa nacional anuncia e celebra nesse momento com regozijo – uma apresentadora de televisão aqui no Brasil chegou a dizer no ar que “nós viramos” quando anunciou o resultado da Pennsylvania – não passa de uma gigantesca operação de desinformação para a qual o público brasileiro informado não pode nem deve dar crédito algum.

Por fim, cumpre observar que figuras públicas brasileiras, como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, apressaram-se em “cumprimentar Joe Biden pela vitória”, em um gesto próprio de quem endossa o crime cometido contra a democracia nos Estados Unidos.

Comportamento como este serve apenas para revelar a estatura política diminuta, como a do próprio Rodrigo Maia, de parcela da elite política brasileira. Uma elite corrupta e antipatriótica que enxerga a si mesma como o reflexo tupiniquim do deep state criminoso norte-americano.

Nesse aspecto, o Presidente Bolsonaro agiu corretamente ao não manifestar-se ante o “anúncio de vitória de Joe Biden” feito pela grande imprensa. O presidente brasileiro age corretamente ao aguardar que todas as disputas judiciais sejam resolvidas, para somente então manifestar-se oficialmente após a declaração final do resultado das eleições, o que será feito pela Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos, e não pela CNN, Fox News ou New York Times.

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