por paulo eneas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acaba de demitir nesta segunda-feira (09/11) seu Secretário de Defesa, Mark Esper, por suspeita de colaboração secreta com a fantasiosa “equipe de transição” do comunista e pedófilo Joe Biden. Para seu lugar, Donald Trump nomeou Christopher C. Miller, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, que havia assumido esse posto com aprovação unânime do Senado norte-americano.

Mark Esper vinha de um histórico de conflitos com Donald Trump. Um destes conflitos dizia respeito a mudança de nomes de personagens Confederados de algumas instalações militares. A pressão para esta mudança surgiu no movimento levado a cabo pela esquerda este ano com o objetivo de reescrever a história americana. Um movimento que resultou em ações criminosas e violentas, como a derrubada de estátuas e destruição de monumentos históricos.

Outro ponto de conflito era objeção de Mark Esper quanto ao emprego da chamada Lei de Insurreição, Insurrection Act, que permitiria ao Governo Federal empregar tropas federais para conter os atos criminosos e de violência praticados pelos grupos terroristas Antifa e Black Lives Matter em várias cidades norte-americanas ao longo deste ano.

Quando Donald Trump cogitou de empregar esta lei em junho, diante do crescimento da violência em algumas cidades, Mark Esper colocou-se publicamente contra, alegando que não havia urgência para a adoção da medida.

A inação do governo federal, e a conivência criminosa de governadores e prefeitos democratas com os terroristas do Antifa e Black Lives Matter, transformaram várias cidades norte-americanas em campos de batalha a céu aberto, causando mortes e destruição de propriedades em dezenas de cidades.

Por fim, surgiu a suspeita de que o ex-secretário Mark Esper estaria colaborando secretamente com a fantasiosa “equipe de transição” de Joe Biden, apesar da determinação de Donald Trump de não iniciar nenhuma transição.

Além de não haver obrigação nem autorização legal de fazer tal transição, Donald Trump mantém a convicção de que a apuração das eleições ainda não está concluída e que a recontagem dos votos e decisões judiciais a respeito das fraudes irão confirmar a vitória dos republicanos.


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