por camila abdo e paulo eneas
Du­rante con­versa com apoi­a­dores na manhã desta se­gunda-feira (09/11) no Palácio da Alvorada, o pre­si­dente Jair Bol­so­naro ques­ti­onou a cha­mada se­gunda onda da covid, que é a maneira pela qual estão sendo descritos os novos casos de con­ta­mi­na­ções pelo vírus chinês ao redor do mundo.

O chefe de governo questionou se essa narrativa não seria uma forma de promover novos ataques às economias do países, como na prática já vem ocorrendo em países europeus: “Essa his­tória da se­gunda onda é ver­dade ou não? Ou é pra des­truir a eco­nomia de vez?”, perguntou o chefe do exe­cu­tivo.

Conforme já publicamos aqui no Crítica Nacional, a grande imprensa inventou uma narrativa em torno de uma suposta segunda onda, que não encontrou até o momento qualquer justificativa científica para esta descrição. Seguindo o curso natural de uma pandemia, os casos óbitos vem caindo em diversos países do mundo, incluindo o Brasil.

O aumento no número de casos vem sendo exibido como uma suposta segunda onda, sem qualquer especificação da natureza destes casos: se são casos de pessoas que adoeceram por conta da contaminação, ou se são pessoas diagnosticadas com o vírus devido a uma testagem maior da população, mas que permanecem assintomáticas.

Como a segunda hipótese é a mais provável no curso natural de evolução de uma pandemia, não faz sentido falar em segunda onda, exceto para fins de narrativa intimidadora para promover novos ataques à economia por meio de fechamentos e lockdowns, como antecipou corretamente o presidente brasileiro.


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