por angelica ca e paulo eneas
O Brasil passou a integrar nesta terça-feira (10/11) a uma coalizão de países e empresas com objetivo de proteger suas redes 5G contra o avanço da tecnologia do regime comunista chinês, e restringir o acesso de empresas chinesas ao mercado mundial da internet. A participação do Brasil na coalização foi formalizada pela decisão do Presidente Bolsonaro de aderir ao programa Clean Network, ou rede limpa, promovido pelos Estados Unidos.

O programa foi anunciado este ano pelo presidente norte-americano Donald Trump, com o objetivo de proteger os ativos nacionais e a privacidade individual contra as invasões agressivas de agentes como o Partido Comunista Chinês. A cerimônia de adesão foi conduzida pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores, Chanceler Ernesto Araújo.

“O Brasil apoia os princípios contidos na proposta do Clean Network feita pelos Estados Unidos, inclusive na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), destinados a promover, no contexto do 5G e outras novas tecnologias, um ambiente seguro, transparente e compatível com os valores democráticos e liberdades fundamentais”, declarou o portal do Itamaraty.

Conforme comunicado divulgado pelo Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo. no início de agosto, a Clean Network  é formada por países que atendem aos Padrões de Confiança Digital do Departamento de Estado norte-americano em questões de privacidade de dados, segurança e direitos humanos.

“A iniciativa Clean Network está baseada em padrões de confiança digital internacionalmente aceitos. Representa a execução de uma estratégia multianual, governamental e duradoura, construída em uma coalizão de parceiros confiáveis ​​e baseada na tecnologia e economia em rápida mudança dos mercados globais”, declara o comunicado assinado por Mike Pompeo.

O Crítica Nacional havia informado seu público a respeito da iniciativa norte americana do Clean Network em matéria publicada no final de outubro, e que pode ser vista logo abaixo. Informações de Portal do Itamaraty e Pleno News.

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