por angelica ca e paulo eneas
Aos poucos e lentamente, os povos de diferentes países do Ocidente começam a reagir à gigantesca e monstruosa obra de engenharia social montada pelos globalistas destinada a, sob pretexto da pandemia do vírus chinês, cercear as liberdades individuais e impor mecanismos de controle social sem precedentes na história humana.

O exemplo mais recente desta reação inicial veio da Dinamarca. Um projeto de lei draconiano levado ao parlamento dinamarquês concedia poderes excepcionais às autoridades para definir grupos de pessoas que deveriam ser obrigatoriamente vacinadas contra o vírus chinês. A lei previa o uso da força policial para obrigar membros desses grupos a serem vacinados.

Assim que a proposta começou a ser discutida no parlamento dinamarquês, teve início uma onda de intensos protestos públicos, convenientemente ocultados ou minimizados pela grande imprensa ocidental, que resultou no cancelamento do projeto poucos dias após ele ter sido apresentado.

O projeto, denominado lei de epidemias ou epidemilov, e que causou revolta na população, substituiria uma lei de emergência aprovada em outubro deste ano. A nova lei concedia ao governo dinamarquês poderes para decretar medidas de quarentenas obrigatórias e outras medidas de restrição para supostamente combater a pandemia do vírus chinês.

Além do poder de decretar quarentenas, o projeto concedia às autoridades a prerrogativa de proibir o acesso a instituições públicas, supermercados e lojas, lares de idosos públicos privados e hospitais, além de permitir a imposição de restrições de acesso ao transporte público.

O projeto trazia os termos coerção 92 vezes, em diferentes contextos, além de referir-se 84 vezes a poderes especiais do Estado para o suposto combate à pandemia. Pela nova lei, as pessoas que estivessem contaminadas ou suspeitas de estarem contaminadas com a covid poderiam ser examinadas, hospitalizadas, tratadas e isoladas à revelia da vontade destas pessoas.

Em alguns casos, o projeto de lei previa o uso da coerção estatal, contenção física e bloqueio de instalações, o que na prática levaria à formação de guetos de pessoas contaminadas com covid. O projeto previa também o uso da força policial para fazer valer estas medidas. Os protestos ao longo de vários dias fez o Parlamento abandonar o proposta.


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