por angelica ca e paulo eneas
Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (19/11) sobre o andamento dos processos por fraude eleitoral nos Estados Unidos, Rudy Giuliani e a equipe de advogados que representam a campanha do presidente norte-americano Donald Trump afirmaram possuir evidências de fraudes robustas o bastante para anular o resultado das eleições norte-americanas em diversos Estados.

Durante a coletiva, Rudy Giuliani afirmou que a adoção generalizada do voto pelo correio, estimulada por conta do temor da pandemia, permitiu que os democratas estendessem as  práticas de fraudes nas grandes cidades para todo o país: “eles escolheram os lugares onde poderiam se safar”. Segundo Rudy Giuliani, as investigações mostraram que muitas cédulas de correio foram abertas sem que os observadores pudessem verificar se elas estavam devidamente assinadas.

A conferência de assinatura de cada cédula é um dos procedimentos mais importantes de proteção contra fraude. De acordo com Giuliani, esses votos de correio computados sem a verificação de sua autenticidade tornaram-se nulos e sem efeito, especialmente nos locais onde os envelopes foram descartados, tornando a recontagem inútil.

Por sua vez, a advogada Sidney Powell afirmou categoricamente que Donald Trump venceu a eleição por uma margem esmagadora, e assegurou que sua equipe jurídica vai provar isso na justiça. Sidney Powell também afirmou que as urnas de votação dos Estados Unidos feitas pela empresa Dominion Voting Systems utilizaram software que havia sido desenvolvido na Venezuela, em uma referência clara à Smartmatic.

A equipe jurídica afirmou também haver anomalias estatísticas nas distribuição de votos em determinados condados. Essas anomalias ficaram evidenciadas quando enormes lotes de cédulas do correio passaram a descarregar a quase totalidade dos votos em favor de Joe Biden, o que somente seria possível ocorrer por meio de uma manipulação fraudulenta, que teve início logo após a paralisação da contagem dos votos em vários estados.

A entrevista coletiva dos advogados da campanha de Donald Trump teve uma enorme repercussão. Os críticos alegam que os advogados não apresentaram as provas durante a coletiva. Esta alegação que não faz sentido algum, uma vez que tais provas (que a rigor devem ser chamadas de evidências ou indícios, que somente irão tornar-se provas no decorrer de um processo) devem ser apresentadas à justiça, e não para jornalistas.

O conjunto de evidências e indícios reunidos pelos advogados de Donald Trump, que inclui a atuação criminosa de empresas estrangeiras no processo eleitoral norte-americano, poderá mudar o rumo da eleição. Rudy Giuliani e Sidney Powell não fariam declarações tão enfáticas e taxativas se não estivessem convictos da robustez destes indícios.


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE