por paulo eneas
A esquerda brasileira conseguiu um George Floyd para chamar de seu e eleva-se à categoria de Black Lives Matter tupiniquim: um grupo de delinquentes esquerdistas depredou e provocou um início de incêndio em uma loja do Carrefour no bairro do Jardins, na capital paulista, no início da noite desta sexta-feira (20/11).

A loja foi completamente depredada, e em dado momento um dos delinquentes ateou fogo em uma das sessões, como pode ser visto em um dos vídeos abaixo. O ato criminoso foi planejado e premeditado, pois um pouco mais cedo o grupo que depredou o estabelecimento comercial havia se reunido no MASP para supostamente protestar pela morte de João Alberto de Freitas, ocorrida ontem em uma loja do Carrefour em Porto Alegre, capital gaúcha.

João Alberto foi morto por espancamento por delinquentes que trabalhavam como “seguranças” da loja de Porto Alegre. A polícia gaúcha investiga o caso, e a delegada que conduz as investigações já descartou motivações racistas para o crime. No entanto, a esquerda está instrumentalizando a tragédia por meio da narrativa falsa de que João Alberto teria sido morto “por ser negro”.

Grupos de esquerda e parte da grande imprensa decidiram instrumentalizar o caso João Alberto para criar a versão brasileira de George Floyd, cujo assassinato nos Estados Unidos há alguns meses desencadeou a onda de crimes e violência praticados pelo grupo racista e terrorista Black Lives Matter.

Os atos de vandalismo e depredação praticados hoje por delinquentes esquerdistas na loja do Carrefour de São Paulo seguiram os mesmos padrões e métodos de atuação do grupo terrorista norte-americano. A manifestação ocorrida antes no MASP foi na prática pretexto para servir de ponto de encontro para a ação criminosa.

A depredação foi planejada e avisada ao público com antecedência. Um tweet de uma certa Luana Alves, cujo endereço na rede é @luanaspsol, o que sugere uma identificação da pessoa com o PSOL, o partido político a que pertence Guilherme Boulos, convoca para a suposta manifestação.

Esse mesmo tweet, cuja reprodução pode ser ser vista abaixo, traz a inscrição #VidasNegrasImportram e informa que a intenção do grupo era seguir em direção à loja do Carrefour. Funcionários da loja estranharam o fato de a Polícia Militar ter demorado a chegar. E estranharam mais ainda o fato de não ter sido tomada providência prévia, uma vez que sabia-se que os delinquentes iriam seguir em direção àquela unidade do Carrefour.

Abaixo, reprodução do banner no perfil de Luana Alvez, chamando para o ato e em seguida informando que o grupo seguiria para o Carrefour. Logo abaixo da foto, há quatro vídeos mostrando as cenas da depredação. Colaboração de Marcelo Freitas.






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