angelica ca e paulo eneas
Um estudo conduzido por pesquisadores da Dinamarca e divulgado nesta quarta-feira (18/11) pela revista Annals of Internal Medicine, concluiu que o uso de máscaras faciais não assegura proteção de seus usuários contra a infecção pelo vírus chinês. O estudo desmente assim a afirmação que vem sendo propagada há meses por  supostos especialistas em saúde da grande imprensa.

Os pesquisadores concluíram que “a recomendação de usar máscaras cirúrgicas como um complemento a outras medidas de saúde pública não reduz a taxa de infecção de SARS-CoV-2 entre os usuários em mais de 50% em uma comunidade com taxas de infecção modestas, com algum grau de distanciamento social e uso geral incomum da máscara. Os dados mostraram-se compatíveis com graus menores de autoproteção”.

Os resultados deste experimento mostram que o grupo que usou máscaras cirúrgicas em abril deste ano experimentou uma taxa de infecção apenas 0.38% menor do que o grupo de controle que não usou máscaras. Isso significa que 99.62% das pessoas que usam máscaras estão tão propensas a serem infectadas com o vírus do que aquelas que não usam este equipamento de proteção.

A Dra. Mette Kalager, pesquisadora do Hospital Telemark na Noruega e da Escola de Saúde Pública de Harvard, afirmou que o estudo mostrou que “embora possa haver um efeito simbólico, o uso de uma máscara não reduz substancialmente o risco de infecção pelo vírus”, o que reforça o entendimento presente de que a imposição do uso de máscara está muito mais relacionado a formas de controle social do que uma efetiva profilaxia em relação ao vírus chinês. Informações de ACP Journals.


 

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