por angelica ca e paulo eneas
O deputado federal Eduardo Bolsonaro está coberto de razão ao afirmar que o Partido Comunista Comunista Chinês pratica espionagem internacional nas redes 5G por meio das empresas controladas pela ditadura comunista chinesa. A preocupação com a segurança nas redes e a necessidade de protegê-las contra a atuação de empresas chinesas como Huawei e outros está presente em inúmeros países.

Justamente por esta razão, dezenas de nações já aderiram ao acordo internacional de segurança denominado Clean Networks, promovido pela administração do presidente norte-americano Donald Trump. O acordo tem o objetivo de garantir que as operadoras do regime comunista chinês não estejam conectadas às redes de telecomunicações dos Estados Unidos.

A iniciativa, que já conta com o apoio de dezenas de nações, pode representar um golpe duro contra a chinesa Huawei. Mais três países aderiram ao acordo no final de outubro passado em cerimônia na cidade de Sofia: Bulgária, Macedônia do Norte e Kosovo. A Embaixada dos Estados Unidos na Bulgária afirmou em comunicado que o objetivo dos países que aderiram ao acordo é proteger suas redes 5G de fornecedores não confiáveis.


 

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