angelica ca e paulo eneas
A Organização das Nações Unidas está pressionando os países para impor a chamada educação sexual inclusiva às crianças tanto em instituições escolares quanto em casa. A proposta surge no mesmo momento em que estudantes em todo mundo foram afastados das escolas a pretexto da pandemia do vírus chinês e forçados a receberem educação remota.

O Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) publicou na última sexta-feira (27/11) um documento de orientação para educadores com vistas a garantir que a educação sexual obrigatória da ONU seja imposta às crianças, independentemente do espaço em que recebem educação escolar.

O novo documento complementa a orientação técnica sobre educação sexual integral (CSE) publicada em 2018 pela UNESCO. Apesar de a chamada educação sexual abrangente ter sido rejeitada pela Assembleia Geral da entidade, e apesar da forte oposição generalizada dos países a esta proposta, o UNFPA tem insistido para que as crianças sejam expostas à temática sexual de qualquer maneira.

Segundo a proposta, as crianças passariam a ser expostas à temática sexual tanto na escola, fora dela, como em seus lares. De acordo com o UNFPA, a chamada educação sexual abrangente, que é um eufemismo para indução de comportamento sexual, poderá ser fornecida por computadores ou telefones, ou em ambientes presenciais como centros de jovens, acampamentos de férias, organizações religiosas e campos de refugiados.

A proposta também sugere que fora da escola deve-se incluir os chamados tópicos desafiadores e questões e temas por meio de formas que nem sempre pode ser viável ou aceitável em ambientes escolares. Esse aspecto da proposta chega a ser perverso, além de criminoso, pois consiste na criação de ambientes propícios a prática sexual envolvendo crianças, abrindo assim o espaço para a atuação de pedófilos.

Segundo o website Life Site News, o guia da UNFPA contém grandes seções sobre orientação sexual e identidade de gênero e, embora reconheça a ausência de literatura abrangente sobre educação sexual para crianças que supostamente identifiquem-se como transgêneros, baseou suas recomendações em entrevistas com membros de organizações transgêneros.

A partir destas supostas entrevistas, o UNFPA orienta para a elaboração de diagramas anatômicos inclusivos que não sejam rotulados como masculino e feminino e onde as partes do corpo não devem ser atribuídas a um gênero. Além disso, a entidade incentiva os chamados os facilitadores, os adultos que irão tratar de temas sexuais com crianças, doutrinar os pais a falácia da identidade de gênero.

O documento também faz referência a prostitutas infantis. Embora reconheça que a prostituição com menos de dezoito anos é considerada exploração independentemente da vontade da criança, o UNFFPA também insiste na tese de que trabalho sexual equivale a  sexo consensual entre adultos.

O documento faz um malabarismo verbal macabro para justificar a transgressão da lei para tratar de prostituição infantil sob uma perspectiva positiva, alegando que ser necessário abordar menores de idade que se prostituem sob o pretexto de garantir-lhes acesso à  informação e prestação de serviços.

A produção desta publicação do Fundo das Nações Unidas para a População contendo orientações criminosas visando sexualizar crianças e glamourizar ou mesmo incentivar a prostituição infantil foi financiada pela Noruega, um dos principais proponentes da educação sexual na ONU.

Na Cúpula de Nairóbi patrocinada pelo UNFPA no ano passado, a Noruega se comprometeu a apoiar a chamada educação sexual abrangente dentro e fora da escola, acrescentando que o apoio seria feito principalmente por meio do UNFPA, da UNESCO e da Federação Internacional de Planejamento Familiar. Informações de Life Site News  e BlesMundo.


 

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