por camila abdo e paulo eneas
Médicos pediatras uniram-se em um movimento para pedir o retorno das aulas presenciais em Belo Horizonte (MG) e outras cidades mineiras. Os especialistas que integram o grupo alegam que as crianças não são vetores para o vírus chinês e estão sendo prejudicadas com o isolamento.

Os danos sociais, físicos e mentais com o afastamento do ambiente escolar por um longo período foi classificado como “irreparável”. Mais um ano longe das escolas seria desastroso. “Somos apartidários e não queremos uma abertura inconsciente. Queremos uma abertura segura, feita com protocolos e, sobretudo, que as autoridades priorizem a educação.

Capuruço e os demais médicos que assinam o manifesto ressaltam que é possível fazer uma reabertura facultativa, híbrida e respeitando aqueles que não querem levar os filhos para as escolas, sejam elas públicas ou privadas. “Não queremos obrigar todo mundo”, disse.


 

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