angelica ca e paulo eneas
O governador republicano da Geórgia, Brian Kemp, pediu nesta sexta-feira (04/12) a realização de uma auditoria de assinaturas nas cédulas eleitorais daquele Estado. A decisão veio logo após a divulgação feita ontem de um vídeo de câmeras de segurança mostrando a apuração clandestina na cidade de Atlanta.

O vídeo, reproduzido abaixo, mostra funcionários da apuração retirando malas cheias de cédulas que estavam escondidas debaixo de uma mesa no local de apuração. As malas são retiradas logo após os fiscais de apuração do Partido Republicano terem sido retirados do local, sob a alegação de que a apuração seria interrompida após o estouro de um cano d’água.

Após a saída dos fiscais republicanos, a apuração continuou a ser feita de modo clandestino, usando as cédulas retiradas das malas. Investigações posteriores mostraram que o suposto estouro de cano d’água nunca ocorreu, de modo que a alegação apresentada não passou de um ardil para retirar os fiscais republicanos e dar início à fraude.

O vídeo foi revelado pela equipe jurídica da campanha de Donald Trump durante uma audiência pública no legislativo da Georgia. A equipe de campanha republicana publicou o vídeo em sua conta oficial do Twitter, junto com uma mensagem que dizia:

“Imagens de vídeo da Georgia mostram os funcionários de apuração eleitoral sendo instruídos a parar de contar e ir embora, enquanto quatro pessoas ficaram para continuar contando as cédulas.”

Desde as primeiras horas da apuração na Georgia, Donald Trump manteve-se à frente do democrata Joe Biden. Quando o republicando havia alcançado cerca de 110.000 votos de vantagem, o condado de Fulton interrompeu a apuração sob pretexto do suposto estouro de cano d’água. Em seguida, os votos retirados das malas passaram a ser contados na apuração clandestina, e o placar da apuração foi revertido em favor de Joe Biden. Informações de Direto da América, The Gateway Pundit e BlesMundo.

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