por paulo eneas
A auditoria forense realizada em vinte e duas urnas e em equipamentos e softwares de votação da Dominion Voting System no estado do Michigan comprovou que todo o sistema foi projetado para fraudar o processo eleitoral. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (14/12) em um relatório preliminar da Allied Security Operations Group, que pode ser visto neste link aqui.

Segundo Russel Ramsland, fundador da Allied Security que também trabalhou na NASA durante o governo de Ronald Reagan, o sistema da Dominion Voting System foi projetado com erros inerentes para criar uma fraude sistêmica e influenciar no resultado das eleições. O relatório ainda afirma que os resultados eleitorais do condado de Antrim, Michigan, onde o sistema foi usado e que deram vitória a Joe Biden, não podem ser certificados.

A auditoria mostrou ainda que a fraude ocorreu basicamente na geração deliberada de um número expressivo de erros. Segundo a auditoria, o número elevado de erros estava inconsistente com o padrão de eleições anteriores e derruba a tese de que esses erros foram causados por falha humana. Os auditores atestam que estes erros decorriam de erros sistemático de equipamento ou de software.

Juntamente com o relatório preliminar, foi publicada a declaração de um cidadão venezuelano residente no Michigan. Este cidadão, de nome Gustavo Delfino, declara que os problemas que ele verificou nas eleições norte-americanas deste com os equipamentos da Dominion são similares aos problemas que ele observou nos equipamentos da Smartmatic nas eleições venezuelanas de 2004.

As relações entre a Dominion Voting System e a Smartmatic foram trazidas a público amplamente nos Estados Unidos pelo jornalista Allan dos Santos, do canal Terça Livre TV, em entrevista concedida em 20 novembro deste ano para o rede de televisão One America News. A entrevista foi compartilhada pelo presidente norte-americano Donald Trump e pode ser vista no vídeo abaixo, seguida de sua transcrição para o português feita pela equipe do Terça Livre.


 


Transcrição:
Na última sexta-feira (20/11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou uma fala do jornalista Allan dos Santos, no canal americano conservador One America News (OAN), comentando sobre a conexão entre as eleições fraudulentas e as urnas eletrônicas da empresa Dominion Voting Systems. 

Veja a entrevista na íntegra:
Âncora: Um repórter com conhecimento de primeira mão dos problemas com as urnas eletrônicas da Dominion fala sobre eleições fraudulentas em países socialistas como a Venezuela. John Hines, da OAN, tem mais informações de Washington.

John Hines: Allan dos Santos, um jornalista do Terça Livre, que é uma empresa de mídia brasileira, uma empresa de mídia conservadora. Obrigado por estar aqui conosco no One America News.

Allan dos Santos: Muito obrigado, senhor Hines, é uma honra estar aqui.

John Hines: Sr. Santos, eu sei que o senhor é repórter do Terça Livre no Brasil, e o senhor encontrou evidências que influenciaram a contagem dos votos nas nossas eleições dos EUA. O que você descobriu, senhor?

Allan dos Santos: Então, na minha experiência na América do Sul estamos acompanhando muitas fraudes eleitorais, como a recente na Bolívia, por isso, observamos a empresa Smartmatic, que é uma empresa que conta votos, é como uma máquina eleitoral. Costumava ser usada na Venezuela, no Brasil, na Argentina, por exemplo. E muitas informações no Brasil, até os veículos de comunicação, estão batendo forte na empresa Smartmatic.

Além disso, o proprietário da Smartmatic é o Lord Malloch Brown, que também é membro do conselho da Open Society Foundations.

Algo muito estranho é que quando você abre o site oficial da Smartmatic diz que eles começaram na Flórida, em 2000, mas o problema é que temos uma história na versão brasileira da BBC dizendo que a Smartmatic começou na Venezuela, não na Flórida.

E tem mais: a empresa Smartmatic também costumava trabalhar com a Dominion, o sistema da empresa que vocês estão usando aqui [nos EUA]. Mas é estranho como eles funcionam, porque é o mesmo padrão. No Brasil, em 2014 e também de 2018, um candidato estava liderando e então pararam de contar, e depois de uma hora ou 40 minutos, algo assim, tudo mudou. E eu vi isso aqui [nos EUA] e posso assegurar-vos que os comunistas adoram fraude eleitoral, adoram fraudar.

Eu não tenho certeza se os americanos se lembram, mas Trump tuitou em 2012: “Não importa em quem você vota, importa quem está contando os votos”.

John Hines: Então, qual é a conexão entre as máquinas da Smartmatic e as máquinas da Dominion?

Allan dos Santos: Eles têm um contrato de uso de softwares e você pode acompanhar isso no site “law.justia.com”, e pode ver como elas operam juntas aqui na América. Está lá no site.

John Hines: Então a conexão tem a ver com o software que essas duas empresas usam, esses serviços de contagem de votos, é isso?

Allan dos Santos: Sim.

John Hines: Sabemos se George Soros está conectado com alguma dessas ideias ou programas de software de contagem de votos?

Allan dos Santos: Sim, de alguma forma, porque o proprietário da Smartmatic é um membro da Open Society Foundation. Claro que você vai ver alguma “checagem de fatos” dizendo: “eles não estão conectados, ele é apenas um membro do conselho.” Mas, qual é. Quero dizer, para nós, no Brasil, isso está muito claro.

Então, como George Soros está ajudando o Black Lives Matter? Ele tem a Open Society Foundation. O membro do conselho da Open Society Foundation é o proprietário da Smartmatic; e como pode alguém me falar que eles não estão conectados, que eles não estão fazendo alguma coisa juntos? No Brasil, isso não cola.

John Hines: Allan dos Santos, um jornalista brasileiro do Terça Livre, uma empresa de mídia brasileira conservadora. Muito obrigado por falar conosco no One America News, senhor.

Allan dos Santos: Muito obrigado, foi um prazer.


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