por angelica ca e paulo eneas
A advogada Sidney Powell disse em entrevista ao jornal Epoch Times divulgada neste domingo (13/12) que a possível interferência estrangeira nas eleições de 3 de novembro é um razão mais do que suficiente para que Donald Trump acione a a Ordem Executiva emitida em 2018 que versa sobre interferência estrangeira em processos eleitorais nos Estados Unidos.

Sidney Powell afirmou acreditar que esta ordem executiva confere ao mandatário norte-americano os poderes necessário para fazer tudo o que preciso, incluindo o confisco de ativos, congelamento de bens e apreensão de equipamentos, o que inclui as urnas eletrônicas utilizadas em vários estados e que são suspeitas de terem fraudado o processo eleitoral.

Segundo Sidney Powell, por meio deste instrumento, Donald Trump poderia inclusive nomear um promotor especial para investigar as denúncias: “Cada máquina, cada máquina de votação no país deve ser apreendida agora. Francamente, há causa criminal provável mais do que suficiente para justificar isso, para qualquer pessoa que esteja disposta a lidar com a lei e os fatos puramente com base na verdade e não na política, ou ganância corporativa, ou riqueza global”. afirmou a advogada.

Sidney Powell observou também que o Diretor de Inteligência Nacional, John Ratcliffe, tem apenas alguns dias para preparar seu relatório para o presidente, de acordo com a ordem executiva de setembro de 2018. Não está claro quando, ou se, Ratcliffe emitirá o relatório, pois até o momento nenhuma confirmação pública.

Se Ratcliffe cumprir seu papel, afirmou Powell, ela terá condições de exibir toda a verdade e os fatos relacionados à fraude eleitoral. “Porque nunca, nunca presenciamos algo assim na história deste país. E isto precisa parar agora ou nunca haverá eleições livres e justas”.

A ordem executiva também estipula que “dentro de 45 dias após o recebimento da avaliação e das informações”, os chefes do Departamento de Justiça e Segurança Interna e “qualquer outra agência apropriada” entregarão um relatório de avaliação das eleições gerais dos Estados Unidos.  Donald Trump assinou em setembro de 2018, uma ordem executiva que diz:

“No máximo 45 dias após a conclusão de uma eleição nos Estados Unidos, o diretor de Inteligência Nacional, em consulta com os chefes de qualquer outro departamento e agência (agências) executivas apropriadas, conduzam uma avaliação sobre quaisquer informações que indiquem que um governo estrangeiro, ou pessoa agindo como agente ou em nome de um governo estrangeiro, agiu com a intenção ou propósito de interferir nessa eleição”.

O texto da ordem executiva prossegue afirmando que as investigações devem avaliar “até que ponto a interferência estrangeira dirigida à infraestrutura eleitoral afetaria materialmente a segurança ou integridade dessa infraestrutura, a apuração dos votos ou a transmissão oportuna dos resultados eleitorais”.

“E se alguma interferência estrangeira envolver atividades dirigidas à infraestrutura de, ou pertencentes a, uma organização política, campanha ou candidato, até que ponto tais atividades afetam materialmente a segurança ou integridade dessa infraestrutura, incluindo acesso não autorizado, divulgação ou ameaça divulgação, alteração ou falsificação de informações ou dados”. Informações de Epoch Times.


 

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