por paulo eneas
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou na tarde desta quarta-feira (13/01) o pedido de impeachment do presidente norte-americano Donald Trump. O pedido foi aprovado por 232 votos a favor e 222 votos contrários. Os deputados democratas votaram em bloco em favor do impeachment. Do lado do Partido Republicano, dez de seus parlamentares traíram o presidente e votaram com os democratas.

A aprovação do impeachment de Donald Trump ocorreu após duas horas de debates na Câmara dos Deputados, sob a alegação de que o presidente norte-americano teria supostamente atentado contra a segurança nacional dos Estados Unidos ao supostamente incentivar a invasão do Capitólio, edifício sede do Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira (06/01) durante sessão conjunta das duas casas.

A acusação contra Donald Trump é absolutamente falsa e leviana, pois nenhum registro de vídeos e mensagens em redes sociais mostra o presidente norte-americano incitando seus apoiadores a invadir o Congresso.

Pelo contrários, os vídeos e mensagens mostram Donald Trump fazendo apelos para que a manifestação daquela quarta-feira transcorresse de modo pacífico. Estes vídeos e mensagens foram excluídos das redes sociais, e o presidente norte-americano ficou impedido de usar as redes em sua defesa junto à opinião pública.

Com a aprovação do impeachment na Câmara dos Deputados, o pedido segue agora para o Senado, onde são necessários dois terços dos votos para o impeachment ser consolidado. A previsão é de que o pedido somente será analisado após 20 de janeiro, quando então Donald Trump não será mais presidente do país e a chefia da Casa Branca estará a cargo do impostor e pedófilo Joe Biden.

Ainda assim, o pedido será analisado pelo Senado e, se aprovado, Donald Trump ficará com seus direitos políticos cassados. Pode-se no entanto argumentar que não faz sentido julgar um impeachment de um ex-presidente, de modo que existe uma ínfima possibilidade de que o processo não prossiga, em virtude daquilo que os juristas chamam de perda de objeto. A questão permanecerá em aberto até a data da sessão dos Senado Federal que irá analisar o pedido.

Um contexto dramático e as lições que ficam
A aprovação do impeachment de Donald Trump ocorreu em um contexto dramático, em que a liberdade de expressão no país que é considerado a terra da liberdade vem sendo explicitamente agredida pelas grandes corporações que controlam as redes sociais: Donald Trump e inúmeras pessoas ligadas a ele diretamente foram simplesmente banidas das redes sociais.

Estas mesmas redes sociais estão também suprimindo todo e qualquer conteúdo que mencione a fraude eleitoral ocorrida em larga escala e que possibilitou a vitória do pedófilo esquerdista Joe Biden. Esta supressão de conteúdos e banimento de pessoas constituem-se no maior ataque à liberdade de expressão que se tem notícia na história norte-americana.

O impeachment foi aprovado pelas mesmas forças políticas comunistas e globalistas reunidos no Partido Democrata que incentivaram e acobertaram os atos de violência, vandalismo e assassinatos praticados ao longo de período recente por grupos terroristas domésticos, como Black Lives Matter e Antifas.

O impeachment também ocorreu com o prédio do Capitólio e seu entorno tomado por forças militares especiais, que foram alocadas para a missão de proteger uma instituição que está visivelmente corrompida por uma maioria, a dos democratas, empenhada em levar adiante um projeto político-ideológico que está na contramão dos valores mais caros da maioria dos norte-americanos.

Este impeachment fraudulento serve para desmistificar a noção falaciosa que comumente se tem a respeito das instituições do Estado e seu funcionamento. A história recente norte-americana, e em grande parte também a história brasileira, mostra que estas instituições sempre irão funcionar, mas não necessariamente em favor do povo, mas sim em favor de quem as controla e cujos interesses são invariavelmente opostos àqueles da maioria da Nação.

A aprovação de um impeachment em bases fraudulentas como ocorrida hoje na Câmara dos Deputados deixa também uma cara lição aos conservadores do mundo inteiro: mostra que é ilusão acreditar que um governo conservador e patriota possa conviver pacificamente com os inimigos internos do país, em nome da preservação da instituições e por conta de uma suposta superioridade moral.

Ao longo de seus quatro anos de mandato, Donald Trump optou por não combater seus inimigos, os inimigos da America, limitando-se no máximo a travar embate retóricos com eles. Ao deixar seus inimigos agirem livremente, em nome da democracia e da liberdade, permitiu-se que estes inimigos chegassem ao poder de forma fraudulenta.

E estando agora no poder, não resta dúvida o que estes inimigos irão fazer: corromper ainda mais as instituições para colocá-las a seu serviço, solapar a democracia e cercear as liberdades, justamente para impedir que o poder agora conquistado não venha a ser ameaçado em futuro próximo.

É desta forma que são feitas revoluções modernas, e é assim que nascem as novas ditaduras. E os americanos estão agora testemunhando esse processo de maneira dramática, como possivelmente nunca viram antes na história do país que era até agora considerado a democracia mais sólida e mais robusta do mundo inteiro.


 

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