por angelica ca e paulo eneas
A American Civil Liberties Union, uma das mais importantes entidades norte-americanas defensora dos direitos civis, emitiu um alerta na última sexta-feira (08/01) sobre o crescente poder irrestrito das grandes corporações de tecnologia nos Estados Unidos.

Esse poder ficou evidenciado pelo recente empenho coordenado, e típico de cartel, que levou à remoção das contas de Donald Trump das principais redes sociais, além da decisão coordenada da Amazon, Google Play e Apple Store de banir a rede social Parler, uma concorrente direta das principais redes sociais mantidas por estas gigantes monopolistas.

Em resposta à censura do Twitter e Facebook, Kate Ruane, conselheira legislativa da American Civil Liberties Union, afirmou em um comunicado que a suspensão do presidente norte-americano Donald Trump das plataformas de redes sociais poderia abrir um precedente para as grandes empresas de tecnologia silenciarem outras vozes.

No comunicado, Kate Ruane afirmou ser preocupante que empresas como Facebook e Twitter detenham o poder irrestrito de remover pessoas de suas plataformas que se tornaram indispensáveis ​​para a manifestação de opinião de bilhões de pessoas em todo o mundo, especialmente quando as realidades políticas tornam essas decisões de remoção mais fáceis de serem tomadas.

A American Civil Liberties Union afirma no comunicado não estar preocupada especificamente com o mandatário norte-americano, mas sim com o poder irrestrito das grandes empresas de tecnologia e com a capacidade que têm estas corporações de exercerem uma interferência discricionária no exercício da liberdade de expressão. Informações de Breitbart, LifesSiteNews e NeonNettle.


 

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