por angelica ca e paulo eneas
Em um relatório divulgado neste domingo (17/01), o diretor do Departamento de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, John Ratcliffe, avaliou que a China procurou influenciar nas eleições nacionais norte-americanos deste ano e que a CIA, ciente desta informação, decidiu ocultá-la por decisão política.

Segundo Ratcliffe, a decisão da CIA de ocultar a interferência chinesa no processo eleitoral foi motivada por discordância da direção do órgão com as diretrizes políticas do presidente norte-americano Donald Trump. O relatório revela que o Partido Comunista Chinês conseguiu de fato interferir na eleições norte-americanas, em um ato característico de agressão à soberania nacional dos Estados Unidos.

No entanto, em vez de agir de maneira apropriada com base nestas informações e encaminha-las ao chefe de governo norte-americano, a administração da CIA agiu como traidora da nação e optou por pressionar os analistas de nível inferior a desconsiderar a informação. Ao agir desta forma, a comando da CIA mostrou estar sob controle do segmento comunista-globalista do deep state norte-americano.

Em carta enviada ao Congresso dos Estados Unidos, John Ratcliffe afirma que os analistas de escalões inferiores da agência oficial de inteligência foram forçados a retirar seu endosso à avaliação de que a China havia interferido nas eleições norte-americanas. O relatório também afirma taxativamente que a pressão por parte da direção da CIA para encobrir as informações sobre esta interferência chinesa teve motivação política.

O fato de o próximo presidente norte-americano, Joe Biden, ter sido eleito em um processo eleitoral fraudado e que sofreu influência de potência estrangeira, conforme apurado pela inteligência norte-americana e ocultado pela direção da CIA, retira toda e qualquer legitimidade do governo Joe Biden, que tornar-se-á para todos os efeitos um impostor e um fantoche do Partido Comunista Chinês na chefia da Casa Branca. Informações de Just The News, Epoch Times e Neon Nettle. 

 

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