por angelica ca e paulo eneas
A Alemanha anunciou esta semana a construção de campos de detenção para as pessoas que se recusarem a cumprir as normas rígidas de quarentena impostas pelo governo e supostamente destinadas ao combate ao vírus chinês. Os novos centros de detenção estão sendo comparados às prisões da antiga Alemanha Oriental comunista durante a Guerra Fria.

Segundo informa website Life Site News e demais veículos europeus, as pessoas que recusarem-se a ficar em isolamento depois de um teste positivo para covid, ou depois de entrar em contato com outra pessoa que tenha testado positivo para o vírus chinês, poderão ser colocadas compulsoriamente nestes centros de detenção.

Os cidadãos alemães que se recusarem a ir para esta quarentena forçada ficarão sujeitos inicialmente a uma advertência, seguida de multa, e por fim poderão receber uma ordem judicial e serem encaminhados forçadamente a um destes centros de detenção.

O estado de Baden-Württemberg, no sudoeste do país, informou que planeja usar duas alas de um hospital para as pessoas que desrespeitarem a quarentena, onde as pessoas ficarão vigiadas pela polícia. Por sua vez, Schleswig-Holstein, no norte do país, anunciou que uma área dentro de um centro de detenção juvenil será usada para deter os alemães que recusarem-se a ficar em quarentena.

O estado da Saxônia, no leste do país, já confirmou os planos de manter os assim chamados “infratores da pandemia” em uma seção em separado de um campo de refugiados que será construído na próxima semana.

O estado de Brandemburgo, onde fica a capital Berlim, também planeja isolar um centro de refugiados para a mesma finalidade. De acordo com as autoridades na Saxônia, as instalações não serão usadas para quem infringe as regras pela primeira vez, mas para aqueles que ignorarem repetidamente a lei e forem multados.

Estas medidas típicas de gulags dos antigos regimes nazista e soviético vêm no momento em que a chanceler Angela Merkel e os líderes dos dezesseis estados da Alemanha concordam em estender e endurecer o bloqueio geral imposto ao país até 14 de fevereiro. As novas regras farão com que as máscaras clínicas se tornem obrigatórias nas lojas e nos transportes públicos, o que significa que as máscaras de tecido ou lenços serão proibidos.

A Alemanha fechou restaurantes, áreas de lazer e instalações esportivas em novembro do ano passado. Logo em seguida, o o governo expandiu a paralisação em meados de dezembro, para incluir escolas e a maioria das lojas. As medidas de lockdown e fechamento generalizado, cuja eficácia nunca foi comprovada cientificamente, foram adotadas após o aumento dos casos de novas infecções pelo vírus chinês.

As unidades federais da Alemanha, os estados, receberam poderes para adotar tais medidas com base em uma lei de proteção contra doenças. Esta lei de caráter emergencial foi aprovada pelo Bundestag, o Parlamento da Alemanha, em março do ano passado e foi renovada em novembro daquele ano, segundo informou ao jornal Die Welt o Dr. Christoph Degenhart, especialista em direito administrativo. Informações de Life Site News, Metro.UK, The Telegraph e New York Post e The Express.

Covid rule-breakers could be put into quarantine centres in Germany

 

 


 

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