paulo eneas
Quando do término das eleições norte-americanas que consagraram a vitória fraudulenta do impostor Joe Biden, muitos analistas passaram a afirmar que a pandemia do vírus chinês chegaria logo ao fim, pois ela já havia cumprido seu papel.

Não resta dúvida de que o papel ou missão da pandemia foi a criação de um ambiente propício para impor por meio de uma gigantesca fraude, de uma crise econômica engendrada, e da manipulação da opinião pública nos meios de comunicação, uma derrota aos conservadores e à direita norte-americana liderados por Donald Trump.

Ocorre que passados os primeiros dias do novo e ilegítimo governo de esquerda norte-americano, o que estamos observando em escala internacional é o recrudescimento da narrativa segundo a qual a pandemia irá continuar.

As supostas mutações do coronavírus e as supostas novas ondas da pandemia têm levado governos de distintos países a endurecer medidas internas de lockdown, que não possuem eficácia científica alguma, e de controle social. Muitos países chegaram até mesmo a fechar parcialmente suas fronteiras, inclusive os Estados Unidos.

O que os primeiros dias do novo governo de esquerda norte-americano estão mostrando é que a “missão” da pandemia do vírus não era apenas promover a derrubada de Donald Trump.

O que está claro é que a pandemia continuará a ser utilizada e instrumentalizada como o vetor de uma agenda globalista radicalizada e acelerada, objetivando impor transformações políticas, econômicas nas sociedades, segundo os planos acalentados há décadas pelos proponentes de uma Nova Ordem Mundial.

Esta agenda será e está sendo imposta pelos globalistas e seus lacaios bem remunerados do movimento revolucionário, trazendo no seu bojo principalmente o cerceamento ou mesmo a supressão pura e simples das liberdades individuais, e a redefinição imposta a partir de cima pelas elites globalistas das relações de trabalho e de produção econômica.

Esta agenda incorpora também um amplo projeto de engenharia social e comportamental, no qual a imposição do uso de máscaras e de distanciamento social é apenas um item introdutório e experimental. Seguramente outros componentes de controle comportamental e social serão impostos no próximo período, e para isso a narrativa de segunda, terceira ou enésima onda da pandemia se prestarão a esta finalidade.

A tomada do poder nos Estados Unidos propiciada pela ferramenta de guerra política da pandemia foi um dos capítulos mais importantes e estratégicos no contra-ataque promovido pelos globalistas e comunistas. Um contra-ataque que ocorreu e vem ocorrendo após um breve período de cerca de cinco anos de ascensão de movimentos conservadores e soberanistas em todo o Ocidente.

Esta ascensão, que teve seus momentos mais importantes no Brexit, na própria eleição de Donald Trump em 2016 nos Estados Unidos, e na vitória de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, acompanhados de forte presença dos conservadores e da direita em geral nas redes sociais, arranhando ainda que superficialmente a hegemonia da esquerda globalista nos meios de comunicação, experimentou seu estertor no início do ano passado com a pandemia.

Esta pandemia, e a pseudo-ciência a ela associada para justificar e legitimar medidas autoritárias supressoras de liberdades e indutoras de comportamento, foi e continua sendo o principal instrumento para a aceleração da agenda dos globalistas e dos comunistas. E considerando que eles têm sido bem-sucedidos neste intento, não temos razão alguma para acreditar que este instrumento será tão cedo abandonado.


 

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