camila abdo e paulo eneas
O proto-ditador tucano de São Paulo, João Doria, exibiu todo seu desprezo pela população trabalhadora e empreendedora paulista ao declarar nesta quarta-feira (27/01) que “morto não consome”. A declaração é ao mesmo tempo desrespeitosa com as pessoas que morreram de covid, como igualmente ultrajante para aqueles que estão sendo prejudicados pelas medidas irracionais que o governador tem tomado a pretexto de combater a pandemia. O projeto de ditador tucano afirmou:

“Sei que é difícil, complexo, sei que é muito duro para um comerciante, dono de bar, dono de restaurante, de um pequeno comércio suportar isso. Mas quero lembrar que mortos não consomem, mortos não vão a bares, mortos não vão a restaurantes, mortos não compram pão e mortos não consomem sapatos. Temos que preservar vidas para depois recuperar a economia”.

A afirmação, além de desrespeitosa e insultuosa, repete o mesmo pressuposto totalmente errado e sem sentido e sem base científica que orientou as decisões desastradas tomadas por governadores e prefeitos ao longo da pandemia, a saber: a de que a preservação de vidas, supostamente obtida por meio de medidas de fechamento, deveria ser feita às custas da economia.

Foi em cima desta tese, tão combatida pelo Presidente Bolsonaro, que governadores e prefeitos respaldados por decisão inconstitucional do poder judiciário que retirou prerrogativas do Chefe de Estado, adotaram medidas de restrições, fechamentos e lockdowns que tiveram em efeito nulo no que diz respeito ao combate à pandemia, mas promoveram a destruição econômica por meio de falências de negócios e desemprego.

A fala de João Doria nesta semana, ao dizer de maneira leviana que “morto não consome”, sintetiza a arrogância, o desprezo e o desrespeito que o mais incompetente e despreparado governador que o Estado de São Paulo já teve nutre pelos paulistas e pelos brasileiros em geral. Um desprezo que somente não é maior do que o afinco com que o governador tucano dedica-se aos interesses do Partido Comunista Chinês.

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