por angelica ca e paulo eneas
O Twitter bloqueou esta semana a conta do jornalista James O’Keefe, do Project Veritas, uma das mais importantes iniciativas de jornalismo investigativo surgida recentemente nos Estados Unidos. Várias reportagens investigativas do Project Veritas foram exibidas no Canal Terça Livre TV, do jornalista Allan dos Santos, que também já teve sua conta suspensa algumas vezes nesta mesma rede.

O bloqueio ocorreu após James O’Keefe publicar reportagem mostrando o vice-presidente do Facebook, Guy Rosen, admitindo que sua rede social possui um sistema capaz de congelar comentários em publicações cujos conteúdos os algoritmos avaliam como sendo potencialmente de “discurso de ódio”.

A expressão “discurso de ódio”, termo vazio e desprovido de qualquer significado substantivo, passou a ser a chave semântica usada pelos comunistas e globalistas para criminalizar e banir qualquer manifestação de pensamento e de opinião dos conservadores tanto nas redes sociais quanto em outros meios de comunicação.

O apelo ao chamado discurso de ódio para silenciar conservadores constitui-se em um aprofundamento e em uma radicalização da noção do politicamente correto, conceito que nasceu anos atrás como uma aparente bobagem inócua para mais tarde mostrar a que realmente se prestava: preparar o terreno para o banimento da expressão de pensamento e de opinião dos conservadoras.

O Project Veritas havia publicado no final de janeiro um vídeo expondo executivos seniores do Facebook discutindo sua agenda partidária pró-comunista e pró-globalista para os Estados Unidos. No vídeo, o chefe de assuntos globais do Facebook, Nick Clegg, é visto justificando a censura exercida pela plataforma e admitindo que a empresa detém muito poder.

Os jornalistas da Project Veritas entraram em contato com Nick Clegg e fizeram questionamentos sobre sua declaração. Nick Clegg simplesmente recusou-se a comentar o que disse no vídeo e esvaiu-se em do local em que se encontrava quando os jornalistas tentavam abordá-lo.


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