por angelica ca e paulo eneas
Um grupo de cerca de dois mil médicos assinou na última sexta-feira (12/02) um manifesto defendendo o tratamento precoce do vírus chinês com o objetivo de minimizar a replicação viral, por meio da utilização de uma combinação de medicamentos. O manifesto é uma das mais importantes iniciativas de médicos brasileiros em favor da abordagem correta a ser feita no caso da covid, que é de a garantir o acesso ao tratamento precoce.

O documento, que pode ser visto na íntegra neste link aqui,  também faz alusão à defesa da autonomia dos profissionais de saúde em prescrever os medicamentos que têm sido demonizados pela grande imprensa.

Os médicos também mencionam o parecer do Conselho Federal de Medicina e a Declaração de Helsinque, que reafirmam a necessidade de assegurar aos médicos a possibilidade de utilizar, mediante consentimento informado do paciente, medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, caso ele julgue que estas medidas possam salvar vida de um paciente.

O Manifesto lembra menciona o Parecer CFM 4/2020 do Conselho Federal de Medicina, que afirma que:

“Considerando que o princípio que deve obrigatoriamente nortear o tratamento do paciente portador da COVID-19 deve se basear na autonomia do médico e na valorização da relação médico-paciente, sendo esta a mais próxima possível, com o objetivo de oferecer ao doente o melhor tratamento médico disponível no momento”.

No Manifesto, os médicos lembram que os governos da China e da Índia tiveram menor índice de mortes pelo vírus em relação ao Brasil, porque estes países incluíram a cloroquina e a hidroxicloroquina em seus protocolos de tratamento precoce de pacientes de covid. O uso destes medicamentos na China foi noticiado pelo Crítica Nacional no artigo China Já Utiliza Cloroquina Desde Fevereiro e Imprensa Brasileira Omitiu Essa Informação, publicado em agosto do ano passado. O manifesto também afirma:

“Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma destas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”.

Os médicos também consideraram os êxitos obtidos em decorrência do tratamento precoce nas cidades e estados que adotaram o uso destes medicamentos:

“Uma das maneiras de se validar o efeito de um tratamento é fazer com que ele seja reprodutível. Os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce na Covid-19 têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde”.

O manifesto enfatiza também que outras documento públicos assinados por médicos e sociedades médicas posicionando-se contra o tratamento precoce não representam o ponto de vista dos médicos que assinam este manifesto em favor do tratamento precoce. A íntegra do manifesto, com os nomes e os respectivos números de CRM dos médicos que o endossam pode ser lida neste link aqui.


 

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